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Construção, Reforma e Decoração

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Telhas de Fibrocimento, Vários modelos

Características técnicas,dimensões e tipos de apoios, saõ vários modelos de telhas com indicações das cargas e inclinações e os vãos livres máximos permitidos.


Características Básicas

Vão livre máximo (m) 1.76 (6mm)
1.99 (8mm)
Largura total (m) 1.1
Largura útil (m) 1.05
Peso médio (Kgf/m²) 18 (6mm)
24 (8mm)
Balanço máximo (m) 0.4
Balanço mínimo (m) 0.25
Inclinação mínima sem recobrimento 9% (5º)
Inclinação mínima com recobrimento 9% (5º)
Recobrimento lateral 9% a 17% - 1 1/4 onda
com cordão de vedação
Acima 10% - 1/4 onda
Recobrimento longitudinal 9% a 17% - 0.25 m
18% a 26% - 0.20 m
Acima de 27% - 0.14 m

Dimensões, pesos nominais e número de apoios

Ondulada 6mm
comprimento (m) peso nominal (Kg) apoios
1,220 16,300 2
1,530 20,400 2
1,830 24,400 2
2,130 28,400 3
2,440 32,500 3
3,050 40,700 3
3,660 48,800 3
Ondulada 8mm
comprimento (m) peso nominal (Kg) apoios
1,220 21,700 2
1,530 27,200 2
1,830 32,500 2
2,130 37,900 2
2,440 43,400 3
3,050 54,000 3
3,660 65,000 3
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .




Características Básicas

Vão livre máximo (m) 1.69
Largura total (m) 1.1
Largura útil (m) 1.05
Peso médio (Kgf/m²) 15
Balanço máximo (m) 0.4
Balanço mínimo (m) 0.25
Inclinação mínima sem recobrimento 18% (10º)
Inclinação mínima com recobrimento 18% (10º)
Recobrimento lateral 1/4 onda
Recobrimento longitudinal 18% a 26% - 0.20 m
Acima de 27% - 0.14 m

Dimensões, pesos nominais e número de apoios

comprimento (m) peso nominal (Kg) apoios
1,220 13,500 2
1,530 17,000 2
1,830 20,300 2
2,130 23,600 3
2,440 27,100 3
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Características Básicas

Vão livre máximo (m) 1.15
Largura total (m) 0.5
Largura útil (m) 0.45
Peso médio (Kgf/m²) 10
Balanço máximo (m) 0.15
Balanço mínimo (m) 0.1
Inclinação mínima sem recobrimento 27% (15º)
Inclinação mínima com recobrimento 27% (15º)
Recobrimento lateral 1 onda
Recobrimento longitudinal 0,15m

Dimensões, pesos nominais e número de apoios

comprimento (m) peso nominal (Kg) apoios
1,220 4,500 2
2,440 9,000 3
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Características Básicas

Vão livre máximo (m) 1.15
Largura total (m) 0.506
Largura útil (m) 0.45
Peso médio (Kgf/m²) 15
Balanço máximo (m) 0.2
Balanço mínimo (m) 0.15
Inclinação mínima sem recobrimento 27% (15º)
Inclinação mínima com recobrimento 27% (15º)
Recobrimento lateral 0,056m
Recobrimento longitudinal 0,14 m

Dimensões, pesos nominais e número de apoios

comprimento (m) peso nominal (Kg) apoios
0,610 2,800 2
1,220 5,600 2
1,530 7,000 2
1,830 8,400 2
2,440 11,200 2
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Características Básicas

Vão livre máximo (m) 3
Largura total (m) 0.6
Largura útil (m) 0.5
Peso médio (Kgf/m²) 25
Balanço máximo (m) 1
Balanço mínimo (m) 0.1
Inclinação mínima sem recobrimento s/ peça complementar 1%
c/ cumeeira normal 3% (2º)
Inclinação mínima com recobrimento 5% (3º)
c/ cumeeira normal 9% (5º)
Recobrimento lateral 0,10m
Recobrimento longitudinal 5% a 17% - 0.20 m
com cordão de vedação
Acima de 18% - 0.20 m

Dimensões, pesos nominais e número de apoios

comprimento (m) peso nominal (Kg) apoios
1,850 18,000 2
2,300 22,000 2
3,200 31,000 2
3,700 36,000 2
4,100 40,000 2
4,600 45,000 2
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Características Básicas

Vão livre máximo (m) 5.5
Largura total (m) 0.468
Largura útil (m) 0.44
Peso médio (Kgf/m²) 24
Balanço máximo (m) 1.5
Balanço mínimo (m) 0.2
Inclinação mínima sem recobrimento 3% (2º)
Inclinação mínima com recobrimento 5% (3º)
Recobrimento lateral 0,028m
Recobrimento longitudinal 0,20m

Dimensões, pesos nominais e número de apoios

comprimento (m) peso nominal (Kg) apoios
2,000 18,500 2
2,500 23,200 2
3,000 28,000 2
3,600 33,500 2
4,000 37,000 2
4,500 41,700 2
5,000 46,400 2
5,500 51,000 2
6,000 56,000 2
6,500 60,000 2
7,200 67,000 2
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Características Básicas

Vão livre máximo (m) 5.5
Largura total (m) 0.521
Largura útil (m) 0.49
Peso médio (Kgf/m²) 24
Balanço máximo (m) 1.5
Balanço mínimo (m) 0.2
Inclinação mínima sem recobrimento 3% (2º)
Inclinação mínima com recobrimento 5% (3º)
Recobrimento lateral 0,031m
Recobrimento longitudinal 0,25m

Dimensões, pesos nominais e número de apoios

comprimento (m) peso nominal (Kg) apoios
2,000 21,500 2
2,500 26,900 2
3,000 32,300 2
3,600 38,800 2
4,000 43,100 2
4,500 48,500 2
5,000 54,000 2
5,500 59,000 2
6,000 65,000 2
6,500 70,000 2
7,200 78,000 2
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Características Básicas

Vão livre máximo (m) 7
Largura total (m) 1.008
Largura útil (m) 0.908
Peso médio (Kgf/m²) 24
Balanço máximo (m) 2
Balanço mínimo (m) 0.2
Inclinação mínima sem recobrimento 3% (2º)
Inclinação mínima com recobrimento 9% (5º)
Recobrimento lateral 0,10m
Recobrimento longitudinal 0,25m

Dimensões, pesos nominais e número de apoios

comprimento (m) peso nominal (Kg) apoios
3,000 55,000 2
3,700 67,000 2
4,600 83,000 2
6,000 109,000 2
6,700 122,000 2
7,400 134,000 2
8,200 149,000 2
9,200 167,000 2
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Características Básicas

Vão livre máximo (m) 3.96 (6mm)
4.46 (8mm)
Largura total (m) 1.064
Largura útil (m) 1.02
Peso médio (Kgf/m²) 17 (6mm)
23 (8mm)
Balanço máximo (m) 1
Balanço mínimo (m) 0.4
Inclinação mínima sem recobrimento 2% (1º)
Inclinação mínima com recobrimento 9% (5º)
Recobrimento lateral 0,04m
Recobrimento longitudinal 9% a 17% - 0.20 m
Acima de 18% - 0.14 m

Dimensões, pesos nominais e número de apoios

Etermax 6mm
comprimento (m) peso nominal (Kg) apoios
3,000 41,000 2
3,300 45,000 2
3,700 51,000 2
4,100 56,000 2
4,600 63,000 2
Etermax 8mm
comprimento (m) peso nominal (Kg) apoios
3,000 55,000 2
3,300 60,000 2
3,700 67,000 2
4,100 75,000 2
4,600 84,000 2
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Características Básicas

Vão livre máximo (m) 7
Largura total (m) 0.998
Largura útil (m) 0.885
Peso médio (Kgf/m²) 22
Balanço máximo (m) 2
Balanço mínimo (m) 0.2
Inclinação mínima sem recobrimento 3% (2º)
Inclinação mínima com recobrimento 9% (5º)
Recobrimento lateral 0,11m
Recobrimento longitudinal 0,20m

Dimensões, pesos nominais e número de apoios

comprimento (m) peso nominal (Kg) apoios
3,000 55,000 2
3,700 68,000 2
4,600 85,000 2
6,000 110,000 2
6,700 124,000 2
7,400 136,000 2
8,200 152,000 2
9,200 170,000 2
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Postado em: Coberturas & Caixas D´água em 29/07/2008

Impermeabilizações: Normas Gerais De Execução 4

Reservatório D’ água Elevado ou Subterrâneo, Decantadores,  Filtros, Piscinas, Caleiras

A impermeabilização, nestes  casos, será  obtida pela utilização de argamassa impermeável sobre a  qual aplica-se uma  pintura de proteção conforme o uso a que  se  destina. A execução do  serviço obedecerá a seqüência abaixo:

1. Apicoamento da superfície

É a fase  preliminar e constitui-se por  um apicoamento de toda a superfície a ser revestida e que tem  por finalidade,  basicamente,  garantir uma perfeita aderência entre o  revestimento impermeável e o substrato.

O apicoamento é importante e extremamente necessário no  caso execução da impermeabilização no lado oposto ao da atuação da pressão d’água; é o caso, por exemplo de substratos ou galerias subterrâneas, onde a pressão d’água atua do lado externo e a impermeabilização deva ser feita na face interna.

Nos demais casos não  é de extrema necessidade, porém é sempre útil, principalmente por possibilitar além de boa aderência um conhecimento seguro das condições de concreto, permitindo a execução imediata de reparos ou consertos em eventuais deficiências, especialmente falhas de concretagem ou afins. O apicoamento pode ser feito manual, ou mecanicamente por intermédio de ponteiras ou martelos pneumáticos.

Deve ser completado por uma lavagem  com jato  de água e escova metálica, com  o objetivo de remover todas a s partículas soltas, impurezas, etc.

2. Regularização, reparos, etc.

Imediatamente após a execução do apicoamento, devem  ser executados os reparos eventualmente necessários, como enchimento de cavidade, ninhos de  agregado especialmente a concordância nos cantos onde não existe voute.

Nestes locais e também nas eventuais passagens  de tubulação ou  saliências afins deve ser executado uma meia cana com argamassa de cimento e areia em proporção igual ou próxima à do traço utilizado  no concreto da  base.

A meia cana deve garantir pelo menos, uma execução contínua das camadas  do revestimento impermeável, assegurando a obtenção de cantos arredondados.

3.     Preparo da Argamassa

A argamassa impermeável poderá ser preparada manual ou mecanicamente. É imprescindível uma inspeção prévia  dos materiais , bem  como uma diluição do impermeabilizante na proporção correspondente ao  serviço à executar, conforme tabela abaixo.

Tabela de Proporção entre Impermeabilizante e água para Argamassa Impermeável

Serviço    Proporção  (Imperm./água)    Consumo Médio: Imperm.
Pôr m2 e por  1 cm espessura     Espessura
cm
Subsolos, Túneis, etc    1:10 - 1:8    0,250 a 0,300 Kg    3
Caixa d’água, Piscina,  Galerias    1:12 - 1:10    0,220 a 0,250 Kg    3
Rebocos Impermeáveis    1:15 - 1:12    0,180 - 0,220    2
Concreto Imperm. - Máximo    1:20 - 1:25    -    -

A quantidade preparada deverá ser proporcional  ao consumo previsto, evitando-se o acúmulo de argamassa pronta sem condição de emprego imediato.

Também a consistência da argamassa deverá ser objeto de determinação prévia, em função do local, espessura, indicações, etc.;  não deve ser empregada argamassa remisturada ou que tenha recebido adição suplementar de água após o amassamento.

Em princípio o amassamento deverá ser próximo so local de emprego, evitando-se transporte  longo.

4. Aplicação

A execução de impermeabilização com o emprego da argamassa impermeável é feita em duas etapas distintas: chapisco e revestimento impermeável.

Chapisco: é uma camada com finalidade de melhorar a aderência entre o revestimento impermeável e sua superfície  a  ser revestida, funcionando, ainda uma camada de trannsição.

O chapisco é constituído por uma argamassa de cimento e areia de consistência bastante fluida e aplicada energicamente sobre toda a superfície.

Idealmente o traço deve ser idêntico ao do concreto da superfície de base (substrato).

Se não dispuser desta  informação, pode ser adotado o traço 1:2.

A norma prescreve que o chapisco deve ser feito sem aditivo impermeabilizante.

Trata-se de uma restrição, na realidade, só correta p[ara impermeabilizantes de natureza orgânica ou produtos sem ação química.

Desde que não atenda às  exigências indicadas anteriormente, pode (e até mesmo deve) ser adicionado à água de preparação do chapisco  impermeabilizante numa dosagem inferior à que será empregado na camada impermeável.

Revestimento Impermeável: O revestimento impermeável é obtido pela aplicação da argamassa impermeável (cimento e areia no traço 1:3, preparada com solução de impermeabilizante a água na proporção correspondente a natureza e  exigências do serviço).

A espessura mínima admissível deve ser de 3 cm, devendo ser obtido pela aplicação de no mínimo duas camadas com espessuras variáveis  de 1 a 1,5 cm.

Uma regra prática indica  que  a espessura adicional de 1 cm para cada aumento de 5 m de pressão d’água.

O aumento da espessura do revestimento deve ser conseguido pela aplicação de um maior número  de camadas evitando-se  que cada camada tenha espessura superior a 1,5  cm.

A aplicação deve ser feita de  forma contínua, evitando-se as emendas entre cada camada; se necessário, estas emendas deverão ser defasadas (não coincidentes em um mesmo plano das diversas  camadas) e deverão situar-se distanciadas das transições (cantos e arestas) em  pleo menos  50 cm.

Os cantos  deverão ser arredondados de forma a permitir  continuidade do revestimento impermeável.

O intervalo entre uma camada qualquer e  a seguinte deverá  situar-se entre 12 e 24 horas.

Se se prever ou ocorrer intervalos maiores, deverá ser executado antes  da camada seguinte um chapisco tal como o anterior.

Deve ser garantido um  perfeito adensamento  para climinar os vazios.

O acabamento deverá ser a desempenadeira de madeira e  do tipo  de textura áspera, fina.

Tratando-se de um revestimento à base de cimento  Portland é importante que  seja assegurado cura perfeita, a fim de garantir perfeita hidratação do cimento, bem como eliminar o risco  de ocorrência de fissuras.

A cura é obtida pela manutenção de um estado de saturação na  superfície por um perídodo mínimo de   3 dias, como indicado na NB-279.

Quando se trata  de reservatórios d’água a prática aconselha que após a conclusão do serviço, deve ser colocada uma lâmina d’água (altura 20 cm) no inteiror, permanecendo o maior tempo possível.

Se se tratar de superfícies expostas, por exemplo cortinas ou  galerias com revestimento pelo lado externo ou piscinas e reservatórios de grandes dimensões, coberturas, há necessidade de uma aspersão d’água de forma contínua durante cerca de uma  semana.

Também pode ser usada a aplicação de  sacos ou tecidos úmidos nas superfícies verticais, usando-se o mesmo processo ou  areia úmida nas horizontais.

5.     Acabamento

Dependendo das condições de exposição, o  revestimento impermeável deve ser protegido, de acordo com as  indicações da NB-279.

Esta proteção visa preservar a  integridade da argamassa contra eventual ataque de agentes agressivos, especialmente  sobre o cimento Portland.

Para as obras comuns como reservatórios d’água, paredes enterradas, etc., esta proteção pode ser dispensada.

Diversas são as pinturas possíveis, sendo indicadas  as seguintes mais comumentes observadas:

a) Tinta a base de betume (asfalto e alcatrão) para estruturas enterradas  em geral.
Registre-se que  as tintas à base de alcatrão não devem ser utilizadas em reservatórios de água potável, ou alimentos.

b)     Tintas à base de borracha clorada, para piscinas, reservatórios d’água, depósito de produtos orgânicos em geral.

c)     Tintas à base de epóxi, para reservatórios contendo  óleos e líquidos agressivos em geral.

Critérios de Medição

1. Impermeabilizaçãzo no Respaldo de Embasamento

Medição pelo desenvolvimento da área de capeamento. No caso de interferência de duas alvenarias não devem ser descontadas as áreas de intersecção - m2.

2.     Lastro de Concreto Simples para Pisos

Medição pela área calculada, não se  descontando interferências inferiores a 0,30 m2.

Acima de 0,30  m2, deve ser descontado apenas o que exceder esse valor m2.

3.     Impermeabilização de Lajes de Cobertura com Aplicação de Elastômeros

3.1     Impermeabilização

Medição pelo desenvolvimento da área impermeabilizada, considerando-se os  dobramentos verticais e deduzindo -se todo e  qualquer vão  m2.

3.2     Isolamentos  Térmicos e Termomecânicos

Simples medição da área efetivamente  ocupada pelo material isolante - m2.

Postado em: Impermeabilizantes em 27/07/2008

Impermeabilizações: Normas Gerais De Execução 3

Impermeabilização

Feita a imprimação, o ideal é que  as camadas impermeabilizantes  determinadas (mínimo previsto da norma  4 camadas de  asfalto oxidado entremeando 3  membranas de  feltro-asfáltico)  fossem aplicadas  de uma só  vez, naturalmente uma  atrás  da subseqüente com  a  distância  necessária dos serviços.

Assim, ao final  da jornada o  trecho estará completo, terminado com  as diversas  camadas defasadas de 15 cm  da outra  em todos os lados  de continuidade.

Com este  procedimento evita-se o efeito prejudicial das chuvas repentinas ou não sobre  as membranas já concluídas.

Esta execução correta só é  visível em grandes áreas dado ao  número  elevado de oficiais e  equipamentos necessários para uma única obra.

A  aplicação  da primeira demão  de asfalto oxidado do tipo II  (ponto  de fusão,  cerca de 84ºC), ou  do tipo III (ponto de  fusão cerca de  94ºC), será com esfregalho distribuindo-se o asfalto +/- 10 cm a maior largura do feltro-asfáltico e  não mais de 1  metro para a frente.

“Molhar” novamente o esfregalho no  asfalto e voltar  a  distribuir  a  nova quantidade de asfalto iniciando-se a  colagem da  membrana do feltro-asfáltico. O esfregalho sempre contendo  asfalto vai avançando sobre o encostado no rolo de feltro-asfáltico de forma a aquecê-lo  e impregnando-o também com o  asfalto quente.

O consumo mínimo na primeira e última demão ou camada de asfalto é de 2 Kg/m2. O asfalto  deve formar um pequeno banque quantidade  a maior, na  frente do rolo do feltro-asfáltico,  de forma a  não  permitir a criação  de  vazios,  bolsas de  ar,  entre  a camada de  asfalto e a  membrana  de  feltro..

Em ato contínuo e  imediato em que o feltro-asfáltico vai sendo desenrolado este  deve ser energicamente  friccionado com os  pés calçados  com alpargatas   ou outros  processos, para completar a perfeita  colagem  e libertar eventual ar retido.  O ar  aprisionado deve ser liberado  por furação da  bolsa enquanto o asfalto estiver bem quente.

Nas camadas subsequentes o processo repete-se sendo o consumo de  asfalto oxidado nas camadas  intermediárias no  mínimo de 1,5  Kg/m2. As emendas das  várias camadas  em  sobreposição  à  anterior serão defasadas para  não formarem elevações.

A última  camada de asfalto oxidado será  com o mínimo de 2  Kg/cm2. Para evitar-se a  pegajosidade ao  tráfego,  sobre a última demão de asfalto  será polvilhado  pó de cimento, caulin ou  outro pó, nunca granulos contundentes  tais como;  pedriscos e  areia média, etc.

Proteção Mecânica

a proteção  será  aplicada pelos próprios impermeabilizadores  para evitar-se  divisão  de responsabilidade ou de reparações  desnecessárias.

Esta proteção poderá ser uma  camada de  argamassa  de (transição  entre a camada impermeabilizante separadora da  estrutura rígida ao piso final também  rígido)  argamassa constituída    de cimento  e  areia  no  traço volumétrico  de   :7  no período de calor de 1:10 no inverno, na espessura de 1 a 2  cm,  em  lançamento monolítico sem juntas  ou ainda por camada de isolantes térmicos também aplicados pelos próprios  impermeabilizadores.

Impermeabilização  com Elastômeros

Para aplicação deste tipo de impermeabilização, as superfícies devem apresentar-se regularizadas e  uniformes da maneira como ficou descrito acima.

A impermeabilização com o emprego de elastômeros  deve esta  sempre localizada do lado que  recebe  a  pressão d’água a sua continuidade deverá  ser resguardada em  todas as partes da  estrutura. A  superfície a ser impermeabilizada deverá estar regularizada, limpa e  seca, sem falhas e  materiais  desagregados, obedecendo a um caimento mínimo de 1% em  direção dos  coletores.

Passagens de elementos através  da impermeabilização deverão ser  evitadas mas quando  existentes, serão cuidadosamente detalhadas.

Cantos e arestas  devem ser  arredondados  com  raio mínimo de 8 cm.

O elastômero impermeabilizante, à base de policrolopreno (neoprene), será aplicado  a  rolo  em  demãos sucessivas.

Para facilidade de controle, as  demãos serão de cores diferentes, fazendo-se os  eventuais repasses ou reparos na mesma cor, antes da aplicação da demão seguinte. O  conjunto deverá conter, intercalada, uma  tela de nylon ou  de vidro, apresentado uma espessura mínima de 0,7  mm quando seco. Sobre  este conjunto serão aplicadas, no mínimo, duas  camadas de acabamento à base de polietileno  clorosulfonado (hypalon) destinadas a dar maior resistência à intempéreis bem como maior reflexão aos raios solares. A impermeabilização assim executada, poderá ficar exposta desde  que não haja trânsito  sobre a superfície. No caso de haver trânsito deverá  ser providenciada uma  adequada proteção mecânica.

Veja continuação no próximo post

Postado em: Impermeabilizantes em 27/07/2008

Impermeabilizações: Normas Gerais De Execução 2

Impermeabilização de Piso Contra a Umidade do Solo

A impermeabilização de pisos em contato com o solo, contra a umidade, pode ser feita de uma das duas formas abaixo indicadas:

a) Argamassa Impermeável - Como argamassa impermeável compreende-se uma argamassa de areia e cimento Portland no traço de 1:3 em volume, à qual é incorporado um aditivo impermeabilizante. A areia deverá  ser isenta de substâncias orgânicas e argila de granulometria 0 a 3 mm.

b) Concreto impermeável - Para a confecção de pisos em concreto impermeável à umidade do solo, o concreto deverá ter no mínimo 250 Kg de  cimento por metro cúbico de mistura final, obedecendo a um fator água/cimento máximo de 0,60 e utilizando - se um aditivo incorporador de ar ou um aditivo impermeabilizante.

A impermeabilização horizontal do piso com argamassa impermeável deverá ligar-se diretamente com a impermeabilização vertical dos alicerces. A argamassa impermeável deverá apresentar uma espessura mínima de 3 cm. O lastro do concreto sobre a qual é aplicada esta argamassa deverá ter no mínimo 8 cm de espessura. A argamassa impermeável será aplicada com forte pressão  sobre a base de concreto previamente limpa e umedecida. O acabamento será à base de desempenadeira.

Quando o piso for de concreto impermeável, a sua espessura mínima será de 10 cm.

No  caso do piso apoiar-se sobre o aterro permeável, este deverá ter no mínimo 12 cm de espessura.

Lajes de Cobertura, Terraços, Marquises e Calhas

Lajes de Cobertura, Terraços, Marquises  e  Calhas. A impermeabilização contra água de percolação pode  ser feita de uma das seguintes formas:

a)     com camada asfáltica aplicada a frio.
b)     com camada asfáltica  aplicada a quente
c)     com aplicação de elastômeros.

A solução adequada para cada caso será definida no projeto, através do Memorial Descritivo e não poderá ser modificada ou substituída durante a execução sem prévia autorização da Fiscalização.

Impermeabilização Asfáltica a Frio

Este tipo de impermeabilização é obtido pelo emprego de emulsões hidro-asfálticas reforçadas com véu de  fibra de vidro fabricado dentro das  normas da ABNT - EB-632.

As superfícies devem apresentar-se regularizadas e  uniformes na forma clássica e indicada para rodos os demais sistemas de impermeabilização.

Se a regularização não foi obtida na própria concretagem, o que seria ideal quer técnica, quer economicamente, a regularização  e declividade para o escoamento pluvial (de 1% ou mais), será executada com argamassa  de cimento e areia no traço volumétrico de 1:3, perfeitamente solidária à base e com acabamento bem desempenado com desempenadeira de madeira e feltro, nunca alisada para evitar o afloramento dos  finos e conseqüente craquelamento.

Esta argamassa não poderá conter impermeabilizantes hidrófugos.

Os ângulos serão arredondados  em meia  cana com raio de 8 cm.

As superfícies verticais, rodapés e todos os perímetros serão preparados na forma convencional para remates dos demais sistemas de impermeabilização.

Platibandas e ou outros elementos perimetrais construídos com blocos ou tijolos furados não podem ser aceitos para remates de impermeabilização de quaisquer sistemas, incluindo este.

Em períodos com ameaça de chuvas próximas, não deve ser aplicada a impermeabilização.  O tempo de secagem inicial das emulsões hidro-asfálticas no inverso, é de aproximadamente 2 horas e durante este tempo não pode estar sujeita à chuva.

A impermeabilização deve ser aplicada só em superfícies limpas.

Os primeiros serviços a serem executados anteriormente à impermeabilização propriamente dita serão:

Preparação da Emulsão: Adicionar à emulsão hidro-asfáltica 10% (não mais de 20%) de água pura.

Agitar muito bem de forma q que toda a emulsão que estiver no vasilhame seja transformada em creme homogêneo, inclusive o material do fundo.

Se o conteúdo de cada embalagem não for consumido dentro de duas horas, é aconselhável proceder-se nova agitação.

Executar o tratamento  convencional das juntas de dilatação, bocais coletores de águas pluviais, todas as tubulações emergentes, etc.

Se necessário, aplicar reforços impermeabilizantes nos ângulos e soleiras de protas.

A aplicação da emulsão deve ser feita com escova apropriada de pita, crina ou de pelo.

Aplicação

Aplicar uma demão de tinta primária de imprimação, preparada como descrito acima, utilizando-se porém, 50% de água para permitir uma boa penetração por capilarização com consumo da mistura de aproximadamente 1 1/m2.  Aguardar a  sua secagem por 6 a 12 horas.

Aplicar uma demão de emulsão hidro-asfáltica preparada com a adição de 10 a 20% de água para um consumo máximo de 700 g/m2. Aguardar a secagem  durante aproximadamente 2 horas no inverno e uma 1 hora no verão.

Aplicar mais de 1 demão nas mesmas condições.

Aplicar em seguida outra demão e estando a mesma fresca, sem qualquer secagem, estender imediatamente o véu de fibras de vidro. Logo em seguida aplicar mais 1 demão da mistura de emulsão da mesma forma e consumo aguardando a secagem de 6 a 12 horas.

Aplicar mais duas demãos nas mesmas condições.

Simples impermeabilizações de pequenas áreas (até 20 m2), podem parar nesta 7a. aplicação. Em impermeabilizações de áreas maiores ou de responsabilidade deve-se intermear  mais um, dois ou até três elementos de estruturação, finalizando sempre com duas demãos de emulsão hidro-asfáltica.

Impermeabilização Asfáltica a Quente

Para receber a impermeabilização, as áreas estarão limpas e secas.

Não  deverão  ser trabalhado, períodos com ameaça de chuvas imediatamente próximas.

Em razão das limitações de temperatura de utilização de  asfalto  quente é de 210 a 160ºC, o transporte vertical ou  o acesso do  asfalto quente ,  deve  ter sido programado com a  coordenação da obra para a prioridade necessária a  respeitar-se as temperaturas limites.

A interdição de trânsito de terceiros sobre as áreas em serviços de impermeabilização e  até que a  mesma  esteja protegida contra ferimentos mecânicos, deve  ser programada com  a coordenação  da  obra.

A mesma interdição e cuidado devem estar previstos com eventuais  trabalhos, outros  realizados acima das áreas em impermeabilização não protegida.

Antes de se iniciar a impermeabilização  propriamente dita, os coletores pluviais, os dutos que atravessam  as áreas, as juntas de dilatação, rodapés e  perímetros etc., devem  ter recebido os  reforços impermeabilizantes necessários e previstos e aplicados de forma defasada. Em toda mudança  de ângulo  as membranas devem  ser aplicadas de  fforma a resultar duplo número de membranas.

Estando  a superfície limpa e  seca,  sem poeira, aplicar: Tinta Primária de Imprimação, Solução Asfáltica

A densidade da  tinta de imprimação será determinada para cada  área em  função da permeabilidade da  superfície.

Aplicação a frio com  esfregalho,  friccionando-se  muito bem de forma a ir sendo  removida eventual poeira residual.

O consumo previsto é da ordem  de 500 a 700 gr/m2.

Após a aplicação, aguardar a perfeita secagem  da tinta,  o que ocorre  em aproximadamente  16  horas.

Veja continuação no próximo post

Postado em: Impermeabilizantes em 27/07/2008

Impermeabilizações: Normas Gerais De Execução 1

1.     Normas Gerais de Execução

De um  modo geral, devem ser impermeabilizadas todas as alvenarias em contato direto com a terra, caixas d’água, calhas de concreto, cortinas e arrimos e ainda as lajes de cobertura.

Devem também ser impermeabilizados, pelos processos adiante especificados, pequenos elementos como jardineiras,  espelhos  d’água, face interna de platibandas, muretas e outros.

A fim de se obter resultados satisfatórios na impermeabilização de elementos de concreto armado, através de processos aplicados sobre o mesmo, recomenda-se  que o concreto já oferece, por si, um dosamento compatível com  o fim a que se designa.

Com esta finalidade, o concreto deve ser bem vibrado, contendo maior teor de  cimento e pedras menores, podendo se empregar aditivos em seu preparo, desde que previamente autorizados pela Fiscalização.

As superfícies de concreto a serem impermeabilizadas devem ser cuidadosamente limpas, removendo-se  os excessos de argamassa, partículas soltas, poeira, detritos, graxas, óleos, ceras e  certos produtos asfálticos, que impedem a aderência perfeita, bem como a penetração de poros existentes.

O serviço de limpeza deve ser mecânico e executado por meio de jato de areia lixadeira,  escovas de aço, ar comprimido, jato de água com alta pressão, aspirador de pó, etc., de acordo com as possibilidades locais.

As falhas e buracos devem ser obturados com  argamassa de cimento e areia no traço 1:3.

Todos os cantos devem ser arredondados e com meia cana.

As superfícies lisas devem ser picotadas e raspadas com escova de aço.

Nas lajes devem ser tomados cuidados especiais na concordância da impermeabilização com bordas,  ralos, grelhas e  canalizações devendo os encontros de superfícies serem boleados ou arredondados em  meia cana, conforme o  caso. O sistema  de escoamento das águas pluviais deve ser previa e cuidadosamente estabelecido (quantidade e localização de ralos). Recomenda-se o caimento de 2% na camada impermeabilizadora.

Quando as superfícies de cobertura a serem impermeabilizadas  ultrapassam a 20% a superfície total da, é obrigatória a presença de uma empresa especializada  na execução dos serviços, os quais devem ser expressamente garantidos por um prazo de no  mínimo 5 (cinco) anos.

As impermabilizações em geral, devem ser executadas em superfícies secas.

No caso de lajes, devem ser feitas em dias de sol ou,  na impossibilidade desta circunstância, em dias que ofereçam baixo teor de umidade  relativa no ar.

Deve-se evitar, sempre que  possível, o emprego no projeto de lajes impermeabilizadas como solução de cobertura.

Entretanto, caso este serviço venha se tornar absolutamente imprescindível (como soluçõa arquitetônica), será obrigatória a adoção de uma camada de proteção termomecânica, além das camadas impermeabilizantes.

Lastros de concreto (para pisos) executados sobre o solo ou sobre lajes rebaixadas devem conter substância impermeabilizante em sua argamassa.

Impermeabilização no Respaldo do Embasamento

A impermeabilização dos alicerces será executada mediante a aplicação de um capeamento feito com argamassa impermeável sobre os baldrames.

Este capeamento apresentará, depois de executado, a forma de um “U” invertido, onde a superfície horizontal tem a  mesma largura do baldrame e duas abas verticais, laterais com altura mínima de 15 cm.

Como  argamassa impermeável compreende-se um  revestimento feito à base de  areia, cimento Portland e aditivo impermeabilizante na proporção recomendada pelo fabricante. A sua impermeabilidade deverá resultar da confecção de um traço conveniente, do emprego de uma areia de granulometria 0 a 3 mm, isenta de substâncias orgânicas e materiais argilosos de linha  granulométrica boa/ótima é do emprego de um aditivo de qualidade comprovada, produzindo por fabricante idôneo.

Após aplicação, a superfície deve apresentar acabamento liso desempenado.

Após o término da impermeabilização deve-se passar sobre o respaldo duas demãos de tinta betuminosa.

Deve ser tomada a máxima precaução para que não seja danificada a camada impermeabilizante (sol forte, passagem  de operários, carrinhos, etc.), a fim de evitar pontos de infiltração de água.

Quando os alicerces forem executados em alvenaria, as duas últimas fiadas de tijolos devem ser assentadas com argamassa impermeável.

Impermeabilização de Paredes, Arrimos e Cortinas

Nas construções  em subsolo executadas em  alvenaria ou concreto, as paredes externas deverão ser revestidas interna e externamente com duas camadas de argamassa impermeável traço 1:3.

Este revestimento será executado do lado externo até 60 cm acima do nível do  terreno ou do piso  externo; no subsolo os primeiros 30 cm sobre as fundações deverão ser impermeabilizados com argamassa impermeável. Nas paredes internas, o revestimento impermeável e a argamassa de assentamento deverão ser  executados no mínimo 15 cm acima do piso interno acabado. As partes do revestimento impermeável em contato  com o solo deverão receber uma proteção através da aplicação de duas demãos de tinta asfáltica com o consumo mínimo de 0,51 m2. O reaterro deverá ser criterioso para não danificar o revestimento impermeável.

Como argamassa impermeável compreender-se-á um revestimento com argamassa de areia, cimento Portland e aditivo impermeabilizante. A  sua impermeabilidade deverá resultar da confecção de  um traço conveniente do emprego de uma areia de granulometria de 0 mm a 3 mm, isenta de substâncias orgânicas e materiais argilosos, de  linha granulométrica boa/ótima e da adição de um aditivo impermeabilizante. Recomenda-se o uso de areia lavada.

A localização do revestimento com argamassa impermeável deverá preferivelmente ser do lado da pressão d’água sendo apenas em casos de exceção aplicado contra esta última.

A continuidade do revestimento deverá ser resguardada  em todas as partes da estrutura.

A superfície a ser revestida deverá estar limpa, isenta de corpos estranhos como restos de formas, pontas da ferragem sem falhas e ninhos ou restos de óleo de desforma. A superfície deverá  estar suficientemente seca sem apresentar filme de água aparente.

Caso seja verificada  a presença de filme de água, deverá ser prevista sua eliminação. A estrutura não poderá ser objeto de trincas uma vez solicitada. Juntas deverão ser previstas com espaçamento correto e executadas apresentando superfícies planas e paralelas. Passagem de elementos através de da impermeabilização deverão  ser evitadas e quando existentes deverão ser cuidadosamente detalhadas.

Cantos e arestas deverão ser arredondadas com raio mínimo de 8 cm.

A aderência entre a superfície e a argamassa impermeável deverá ser obtida por intermédio de um chapisco aberto de traço nunca inferior ao da argamassa impermeável e sem aditivos impermeabilizantes. A argamassa impermeável será executada no traço de 1:3 para pressões  até de 20 m de coluna de água  e de 1:2 para pressões superiores a esta. A  espessura mínima de argamassa impermeável será de 3 cm, sendo a aplicação feita em  camadas sucessivas de 1 cm de espessura evitando-se a superposição das juntas de execução. O acabamento da argamassa impermeável deverá ser executado com desempenadeira de madeira. A cura úmida será resguardada por no mínimo 3 dias.

Após  a cura, a face que ficará em contato com a terra deverá receber pintura betuminosa aplicada em duas demãos.

A impermeabilização dos alicerces será executada mediante a aplicação de um capeamento feito com argamassa impermeável sobre os baldrames.

Este capeamento apresentará, depois de executado, a forma de um “U” invertido, onde a superfície horizontal tem a  mesma largura do baldrame e duas abas verticais, laterais com altura mínima de 15 cm.

Como  argamassa impermeável compreende-se um  revestimento feito à base de  areia, cimento Portland e aditivo impermeabilizante na proporção recomendada pelo fabricante. A sua impermeabilidade deverá resultar da confecção de um traço conveniente, do emprego de uma areia de granulometria 0 a 3 mm, isenta de substâncias orgânicas e materiais argilosos de linha  granulométrica boa/ótima é do emprego de um aditivo de qualidade comprovada, produzindo por fabricante idôneo.

Após aplicação, a superfície deve apresentar acabamento liso desempenado.

Após o término da impermeabilização deve-se passar sobre o respaldo duas demãos de tinta betuminosa.

Deve ser tomada a máxima precaução para que não seja danificada a camada impermeabilizante (sol forte, passagem  de operários, carrinhos, etc.), a fim de evitar pontos de infiltração de água.

Quando os alicerces forem executados em alvenaria, as duas últimas fiadas de tijolos devem ser assentadas com argamassa impermeável.

Veja continuação no próximo post

Postado em: Impermeabilizantes em 27/07/2008


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