Telhas de Fibrocimento, Vários modelos
Características técnicas,dimensões e tipos de apoios, saõ vários modelos de telhas com indicações das cargas e inclinações e os vãos livres máximos permitidos.
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Características Básicas
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Características técnicas,dimensões e tipos de apoios, saõ vários modelos de telhas com indicações das cargas e inclinações e os vãos livres máximos permitidos.
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Características Básicas
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Reservatório D’ água Elevado ou Subterrâneo, Decantadores, Filtros, Piscinas, Caleiras
A impermeabilização, nestes casos, será obtida pela utilização de argamassa impermeável sobre a qual aplica-se uma pintura de proteção conforme o uso a que se destina. A execução do serviço obedecerá a seqüência abaixo:
1. Apicoamento da superfície
É a fase preliminar e constitui-se por um apicoamento de toda a superfície a ser revestida e que tem por finalidade, basicamente, garantir uma perfeita aderência entre o revestimento impermeável e o substrato.
O apicoamento é importante e extremamente necessário no caso execução da impermeabilização no lado oposto ao da atuação da pressão d’água; é o caso, por exemplo de substratos ou galerias subterrâneas, onde a pressão d’água atua do lado externo e a impermeabilização deva ser feita na face interna.
Nos demais casos não é de extrema necessidade, porém é sempre útil, principalmente por possibilitar além de boa aderência um conhecimento seguro das condições de concreto, permitindo a execução imediata de reparos ou consertos em eventuais deficiências, especialmente falhas de concretagem ou afins. O apicoamento pode ser feito manual, ou mecanicamente por intermédio de ponteiras ou martelos pneumáticos.
Deve ser completado por uma lavagem com jato de água e escova metálica, com o objetivo de remover todas a s partículas soltas, impurezas, etc.
2. Regularização, reparos, etc.
Imediatamente após a execução do apicoamento, devem ser executados os reparos eventualmente necessários, como enchimento de cavidade, ninhos de agregado especialmente a concordância nos cantos onde não existe voute.
Nestes locais e também nas eventuais passagens de tubulação ou saliências afins deve ser executado uma meia cana com argamassa de cimento e areia em proporção igual ou próxima à do traço utilizado no concreto da base.
A meia cana deve garantir pelo menos, uma execução contínua das camadas do revestimento impermeável, assegurando a obtenção de cantos arredondados.
3. Preparo da Argamassa
A argamassa impermeável poderá ser preparada manual ou mecanicamente. É imprescindível uma inspeção prévia dos materiais , bem como uma diluição do impermeabilizante na proporção correspondente ao serviço à executar, conforme tabela abaixo.
Tabela de Proporção entre Impermeabilizante e água para Argamassa Impermeável
Serviço Proporção (Imperm./água) Consumo Médio: Imperm.
Pôr m2 e por 1 cm espessura Espessura
cm
Subsolos, Túneis, etc 1:10 - 1:8 0,250 a 0,300 Kg 3
Caixa d’água, Piscina, Galerias 1:12 - 1:10 0,220 a 0,250 Kg 3
Rebocos Impermeáveis 1:15 - 1:12 0,180 - 0,220 2
Concreto Imperm. - Máximo 1:20 - 1:25 - -
A quantidade preparada deverá ser proporcional ao consumo previsto, evitando-se o acúmulo de argamassa pronta sem condição de emprego imediato.
Também a consistência da argamassa deverá ser objeto de determinação prévia, em função do local, espessura, indicações, etc.; não deve ser empregada argamassa remisturada ou que tenha recebido adição suplementar de água após o amassamento.
Em princípio o amassamento deverá ser próximo so local de emprego, evitando-se transporte longo.
4. Aplicação
A execução de impermeabilização com o emprego da argamassa impermeável é feita em duas etapas distintas: chapisco e revestimento impermeável.
Chapisco: é uma camada com finalidade de melhorar a aderência entre o revestimento impermeável e sua superfície a ser revestida, funcionando, ainda uma camada de trannsição.
O chapisco é constituído por uma argamassa de cimento e areia de consistência bastante fluida e aplicada energicamente sobre toda a superfície.
Idealmente o traço deve ser idêntico ao do concreto da superfície de base (substrato).
Se não dispuser desta informação, pode ser adotado o traço 1:2.
A norma prescreve que o chapisco deve ser feito sem aditivo impermeabilizante.
Trata-se de uma restrição, na realidade, só correta p[ara impermeabilizantes de natureza orgânica ou produtos sem ação química.
Desde que não atenda às exigências indicadas anteriormente, pode (e até mesmo deve) ser adicionado à água de preparação do chapisco impermeabilizante numa dosagem inferior à que será empregado na camada impermeável.
Revestimento Impermeável: O revestimento impermeável é obtido pela aplicação da argamassa impermeável (cimento e areia no traço 1:3, preparada com solução de impermeabilizante a água na proporção correspondente a natureza e exigências do serviço).
A espessura mínima admissível deve ser de 3 cm, devendo ser obtido pela aplicação de no mínimo duas camadas com espessuras variáveis de 1 a 1,5 cm.
Uma regra prática indica que a espessura adicional de 1 cm para cada aumento de 5 m de pressão d’água.
O aumento da espessura do revestimento deve ser conseguido pela aplicação de um maior número de camadas evitando-se que cada camada tenha espessura superior a 1,5 cm.
A aplicação deve ser feita de forma contínua, evitando-se as emendas entre cada camada; se necessário, estas emendas deverão ser defasadas (não coincidentes em um mesmo plano das diversas camadas) e deverão situar-se distanciadas das transições (cantos e arestas) em pleo menos 50 cm.
Os cantos deverão ser arredondados de forma a permitir continuidade do revestimento impermeável.
O intervalo entre uma camada qualquer e a seguinte deverá situar-se entre 12 e 24 horas.
Se se prever ou ocorrer intervalos maiores, deverá ser executado antes da camada seguinte um chapisco tal como o anterior.
Deve ser garantido um perfeito adensamento para climinar os vazios.
O acabamento deverá ser a desempenadeira de madeira e do tipo de textura áspera, fina.
Tratando-se de um revestimento à base de cimento Portland é importante que seja assegurado cura perfeita, a fim de garantir perfeita hidratação do cimento, bem como eliminar o risco de ocorrência de fissuras.
A cura é obtida pela manutenção de um estado de saturação na superfície por um perídodo mínimo de 3 dias, como indicado na NB-279.
Quando se trata de reservatórios d’água a prática aconselha que após a conclusão do serviço, deve ser colocada uma lâmina d’água (altura 20 cm) no inteiror, permanecendo o maior tempo possível.
Se se tratar de superfícies expostas, por exemplo cortinas ou galerias com revestimento pelo lado externo ou piscinas e reservatórios de grandes dimensões, coberturas, há necessidade de uma aspersão d’água de forma contínua durante cerca de uma semana.
Também pode ser usada a aplicação de sacos ou tecidos úmidos nas superfícies verticais, usando-se o mesmo processo ou areia úmida nas horizontais.
5. Acabamento
Dependendo das condições de exposição, o revestimento impermeável deve ser protegido, de acordo com as indicações da NB-279.
Esta proteção visa preservar a integridade da argamassa contra eventual ataque de agentes agressivos, especialmente sobre o cimento Portland.
Para as obras comuns como reservatórios d’água, paredes enterradas, etc., esta proteção pode ser dispensada.
Diversas são as pinturas possíveis, sendo indicadas as seguintes mais comumentes observadas:
a) Tinta a base de betume (asfalto e alcatrão) para estruturas enterradas em geral.
Registre-se que as tintas à base de alcatrão não devem ser utilizadas em reservatórios de água potável, ou alimentos.
b) Tintas à base de borracha clorada, para piscinas, reservatórios d’água, depósito de produtos orgânicos em geral.
c) Tintas à base de epóxi, para reservatórios contendo óleos e líquidos agressivos em geral.
Critérios de Medição
1. Impermeabilizaçãzo no Respaldo de Embasamento
Medição pelo desenvolvimento da área de capeamento. No caso de interferência de duas alvenarias não devem ser descontadas as áreas de intersecção - m2.
2. Lastro de Concreto Simples para Pisos
Medição pela área calculada, não se descontando interferências inferiores a 0,30 m2.
Acima de 0,30 m2, deve ser descontado apenas o que exceder esse valor m2.
3. Impermeabilização de Lajes de Cobertura com Aplicação de Elastômeros
3.1 Impermeabilização
Medição pelo desenvolvimento da área impermeabilizada, considerando-se os dobramentos verticais e deduzindo -se todo e qualquer vão m2.
3.2 Isolamentos Térmicos e Termomecânicos
Simples medição da área efetivamente ocupada pelo material isolante - m2.
Impermeabilização
Feita a imprimação, o ideal é que as camadas impermeabilizantes determinadas (mínimo previsto da norma 4 camadas de asfalto oxidado entremeando 3 membranas de feltro-asfáltico) fossem aplicadas de uma só vez, naturalmente uma atrás da subseqüente com a distância necessária dos serviços.
Assim, ao final da jornada o trecho estará completo, terminado com as diversas camadas defasadas de 15 cm da outra em todos os lados de continuidade.
Com este procedimento evita-se o efeito prejudicial das chuvas repentinas ou não sobre as membranas já concluídas.
Esta execução correta só é visível em grandes áreas dado ao número elevado de oficiais e equipamentos necessários para uma única obra.
A aplicação da primeira demão de asfalto oxidado do tipo II (ponto de fusão, cerca de 84ºC), ou do tipo III (ponto de fusão cerca de 94ºC), será com esfregalho distribuindo-se o asfalto +/- 10 cm a maior largura do feltro-asfáltico e não mais de 1 metro para a frente.
“Molhar” novamente o esfregalho no asfalto e voltar a distribuir a nova quantidade de asfalto iniciando-se a colagem da membrana do feltro-asfáltico. O esfregalho sempre contendo asfalto vai avançando sobre o encostado no rolo de feltro-asfáltico de forma a aquecê-lo e impregnando-o também com o asfalto quente.
O consumo mínimo na primeira e última demão ou camada de asfalto é de 2 Kg/m2. O asfalto deve formar um pequeno banque quantidade a maior, na frente do rolo do feltro-asfáltico, de forma a não permitir a criação de vazios, bolsas de ar, entre a camada de asfalto e a membrana de feltro..
Em ato contínuo e imediato em que o feltro-asfáltico vai sendo desenrolado este deve ser energicamente friccionado com os pés calçados com alpargatas ou outros processos, para completar a perfeita colagem e libertar eventual ar retido. O ar aprisionado deve ser liberado por furação da bolsa enquanto o asfalto estiver bem quente.
Nas camadas subsequentes o processo repete-se sendo o consumo de asfalto oxidado nas camadas intermediárias no mínimo de 1,5 Kg/m2. As emendas das várias camadas em sobreposição à anterior serão defasadas para não formarem elevações.
A última camada de asfalto oxidado será com o mínimo de 2 Kg/cm2. Para evitar-se a pegajosidade ao tráfego, sobre a última demão de asfalto será polvilhado pó de cimento, caulin ou outro pó, nunca granulos contundentes tais como; pedriscos e areia média, etc.
Proteção Mecânica
a proteção será aplicada pelos próprios impermeabilizadores para evitar-se divisão de responsabilidade ou de reparações desnecessárias.
Esta proteção poderá ser uma camada de argamassa de (transição entre a camada impermeabilizante separadora da estrutura rígida ao piso final também rígido) argamassa constituída de cimento e areia no traço volumétrico de :7 no período de calor de 1:10 no inverno, na espessura de 1 a 2 cm, em lançamento monolítico sem juntas ou ainda por camada de isolantes térmicos também aplicados pelos próprios impermeabilizadores.
Impermeabilização com Elastômeros
Para aplicação deste tipo de impermeabilização, as superfícies devem apresentar-se regularizadas e uniformes da maneira como ficou descrito acima.
A impermeabilização com o emprego de elastômeros deve esta sempre localizada do lado que recebe a pressão d’água a sua continuidade deverá ser resguardada em todas as partes da estrutura. A superfície a ser impermeabilizada deverá estar regularizada, limpa e seca, sem falhas e materiais desagregados, obedecendo a um caimento mínimo de 1% em direção dos coletores.
Passagens de elementos através da impermeabilização deverão ser evitadas mas quando existentes, serão cuidadosamente detalhadas.
Cantos e arestas devem ser arredondados com raio mínimo de 8 cm.
O elastômero impermeabilizante, à base de policrolopreno (neoprene), será aplicado a rolo em demãos sucessivas.
Para facilidade de controle, as demãos serão de cores diferentes, fazendo-se os eventuais repasses ou reparos na mesma cor, antes da aplicação da demão seguinte. O conjunto deverá conter, intercalada, uma tela de nylon ou de vidro, apresentado uma espessura mínima de 0,7 mm quando seco. Sobre este conjunto serão aplicadas, no mínimo, duas camadas de acabamento à base de polietileno clorosulfonado (hypalon) destinadas a dar maior resistência à intempéreis bem como maior reflexão aos raios solares. A impermeabilização assim executada, poderá ficar exposta desde que não haja trânsito sobre a superfície. No caso de haver trânsito deverá ser providenciada uma adequada proteção mecânica.
Veja continuação no próximo post
Impermeabilização de Piso Contra a Umidade do Solo
A impermeabilização de pisos em contato com o solo, contra a umidade, pode ser feita de uma das duas formas abaixo indicadas:
a) Argamassa Impermeável - Como argamassa impermeável compreende-se uma argamassa de areia e cimento Portland no traço de 1:3 em volume, à qual é incorporado um aditivo impermeabilizante. A areia deverá ser isenta de substâncias orgânicas e argila de granulometria 0 a 3 mm.
b) Concreto impermeável - Para a confecção de pisos em concreto impermeável à umidade do solo, o concreto deverá ter no mínimo 250 Kg de cimento por metro cúbico de mistura final, obedecendo a um fator água/cimento máximo de 0,60 e utilizando - se um aditivo incorporador de ar ou um aditivo impermeabilizante.
A impermeabilização horizontal do piso com argamassa impermeável deverá ligar-se diretamente com a impermeabilização vertical dos alicerces. A argamassa impermeável deverá apresentar uma espessura mínima de 3 cm. O lastro do concreto sobre a qual é aplicada esta argamassa deverá ter no mínimo 8 cm de espessura. A argamassa impermeável será aplicada com forte pressão sobre a base de concreto previamente limpa e umedecida. O acabamento será à base de desempenadeira.
Quando o piso for de concreto impermeável, a sua espessura mínima será de 10 cm.
No caso do piso apoiar-se sobre o aterro permeável, este deverá ter no mínimo 12 cm de espessura.
Lajes de Cobertura, Terraços, Marquises e Calhas
Lajes de Cobertura, Terraços, Marquises e Calhas. A impermeabilização contra água de percolação pode ser feita de uma das seguintes formas:
a) com camada asfáltica aplicada a frio.
b) com camada asfáltica aplicada a quente
c) com aplicação de elastômeros.
A solução adequada para cada caso será definida no projeto, através do Memorial Descritivo e não poderá ser modificada ou substituída durante a execução sem prévia autorização da Fiscalização.
Impermeabilização Asfáltica a Frio
Este tipo de impermeabilização é obtido pelo emprego de emulsões hidro-asfálticas reforçadas com véu de fibra de vidro fabricado dentro das normas da ABNT - EB-632.
As superfícies devem apresentar-se regularizadas e uniformes na forma clássica e indicada para rodos os demais sistemas de impermeabilização.
Se a regularização não foi obtida na própria concretagem, o que seria ideal quer técnica, quer economicamente, a regularização e declividade para o escoamento pluvial (de 1% ou mais), será executada com argamassa de cimento e areia no traço volumétrico de 1:3, perfeitamente solidária à base e com acabamento bem desempenado com desempenadeira de madeira e feltro, nunca alisada para evitar o afloramento dos finos e conseqüente craquelamento.
Esta argamassa não poderá conter impermeabilizantes hidrófugos.
Os ângulos serão arredondados em meia cana com raio de 8 cm.
As superfícies verticais, rodapés e todos os perímetros serão preparados na forma convencional para remates dos demais sistemas de impermeabilização.
Platibandas e ou outros elementos perimetrais construídos com blocos ou tijolos furados não podem ser aceitos para remates de impermeabilização de quaisquer sistemas, incluindo este.
Em períodos com ameaça de chuvas próximas, não deve ser aplicada a impermeabilização. O tempo de secagem inicial das emulsões hidro-asfálticas no inverso, é de aproximadamente 2 horas e durante este tempo não pode estar sujeita à chuva.
A impermeabilização deve ser aplicada só em superfícies limpas.
Os primeiros serviços a serem executados anteriormente à impermeabilização propriamente dita serão:
Preparação da Emulsão: Adicionar à emulsão hidro-asfáltica 10% (não mais de 20%) de água pura.
Agitar muito bem de forma q que toda a emulsão que estiver no vasilhame seja transformada em creme homogêneo, inclusive o material do fundo.
Se o conteúdo de cada embalagem não for consumido dentro de duas horas, é aconselhável proceder-se nova agitação.
Executar o tratamento convencional das juntas de dilatação, bocais coletores de águas pluviais, todas as tubulações emergentes, etc.
Se necessário, aplicar reforços impermeabilizantes nos ângulos e soleiras de protas.
A aplicação da emulsão deve ser feita com escova apropriada de pita, crina ou de pelo.
Aplicação
Aplicar uma demão de tinta primária de imprimação, preparada como descrito acima, utilizando-se porém, 50% de água para permitir uma boa penetração por capilarização com consumo da mistura de aproximadamente 1 1/m2. Aguardar a sua secagem por 6 a 12 horas.
Aplicar uma demão de emulsão hidro-asfáltica preparada com a adição de 10 a 20% de água para um consumo máximo de 700 g/m2. Aguardar a secagem durante aproximadamente 2 horas no inverno e uma 1 hora no verão.
Aplicar mais de 1 demão nas mesmas condições.
Aplicar em seguida outra demão e estando a mesma fresca, sem qualquer secagem, estender imediatamente o véu de fibras de vidro. Logo em seguida aplicar mais 1 demão da mistura de emulsão da mesma forma e consumo aguardando a secagem de 6 a 12 horas.
Aplicar mais duas demãos nas mesmas condições.
Simples impermeabilizações de pequenas áreas (até 20 m2), podem parar nesta 7a. aplicação. Em impermeabilizações de áreas maiores ou de responsabilidade deve-se intermear mais um, dois ou até três elementos de estruturação, finalizando sempre com duas demãos de emulsão hidro-asfáltica.
Impermeabilização Asfáltica a Quente
Para receber a impermeabilização, as áreas estarão limpas e secas.
Não deverão ser trabalhado, períodos com ameaça de chuvas imediatamente próximas.
Em razão das limitações de temperatura de utilização de asfalto quente é de 210 a 160ºC, o transporte vertical ou o acesso do asfalto quente , deve ter sido programado com a coordenação da obra para a prioridade necessária a respeitar-se as temperaturas limites.
A interdição de trânsito de terceiros sobre as áreas em serviços de impermeabilização e até que a mesma esteja protegida contra ferimentos mecânicos, deve ser programada com a coordenação da obra.
A mesma interdição e cuidado devem estar previstos com eventuais trabalhos, outros realizados acima das áreas em impermeabilização não protegida.
Antes de se iniciar a impermeabilização propriamente dita, os coletores pluviais, os dutos que atravessam as áreas, as juntas de dilatação, rodapés e perímetros etc., devem ter recebido os reforços impermeabilizantes necessários e previstos e aplicados de forma defasada. Em toda mudança de ângulo as membranas devem ser aplicadas de fforma a resultar duplo número de membranas.
Estando a superfície limpa e seca, sem poeira, aplicar: Tinta Primária de Imprimação, Solução Asfáltica
A densidade da tinta de imprimação será determinada para cada área em função da permeabilidade da superfície.
Aplicação a frio com esfregalho, friccionando-se muito bem de forma a ir sendo removida eventual poeira residual.
O consumo previsto é da ordem de 500 a 700 gr/m2.
Após a aplicação, aguardar a perfeita secagem da tinta, o que ocorre em aproximadamente 16 horas.
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1. Normas Gerais de Execução
De um modo geral, devem ser impermeabilizadas todas as alvenarias em contato direto com a terra, caixas d’água, calhas de concreto, cortinas e arrimos e ainda as lajes de cobertura.
Devem também ser impermeabilizados, pelos processos adiante especificados, pequenos elementos como jardineiras, espelhos d’água, face interna de platibandas, muretas e outros.
A fim de se obter resultados satisfatórios na impermeabilização de elementos de concreto armado, através de processos aplicados sobre o mesmo, recomenda-se que o concreto já oferece, por si, um dosamento compatível com o fim a que se designa.
Com esta finalidade, o concreto deve ser bem vibrado, contendo maior teor de cimento e pedras menores, podendo se empregar aditivos em seu preparo, desde que previamente autorizados pela Fiscalização.
As superfícies de concreto a serem impermeabilizadas devem ser cuidadosamente limpas, removendo-se os excessos de argamassa, partículas soltas, poeira, detritos, graxas, óleos, ceras e certos produtos asfálticos, que impedem a aderência perfeita, bem como a penetração de poros existentes.
O serviço de limpeza deve ser mecânico e executado por meio de jato de areia lixadeira, escovas de aço, ar comprimido, jato de água com alta pressão, aspirador de pó, etc., de acordo com as possibilidades locais.
As falhas e buracos devem ser obturados com argamassa de cimento e areia no traço 1:3.
Todos os cantos devem ser arredondados e com meia cana.
As superfícies lisas devem ser picotadas e raspadas com escova de aço.
Nas lajes devem ser tomados cuidados especiais na concordância da impermeabilização com bordas, ralos, grelhas e canalizações devendo os encontros de superfícies serem boleados ou arredondados em meia cana, conforme o caso. O sistema de escoamento das águas pluviais deve ser previa e cuidadosamente estabelecido (quantidade e localização de ralos). Recomenda-se o caimento de 2% na camada impermeabilizadora.
Quando as superfícies de cobertura a serem impermeabilizadas ultrapassam a 20% a superfície total da, é obrigatória a presença de uma empresa especializada na execução dos serviços, os quais devem ser expressamente garantidos por um prazo de no mínimo 5 (cinco) anos.
As impermabilizações em geral, devem ser executadas em superfícies secas.
No caso de lajes, devem ser feitas em dias de sol ou, na impossibilidade desta circunstância, em dias que ofereçam baixo teor de umidade relativa no ar.
Deve-se evitar, sempre que possível, o emprego no projeto de lajes impermeabilizadas como solução de cobertura.
Entretanto, caso este serviço venha se tornar absolutamente imprescindível (como soluçõa arquitetônica), será obrigatória a adoção de uma camada de proteção termomecânica, além das camadas impermeabilizantes.
Lastros de concreto (para pisos) executados sobre o solo ou sobre lajes rebaixadas devem conter substância impermeabilizante em sua argamassa.
Impermeabilização no Respaldo do Embasamento
A impermeabilização dos alicerces será executada mediante a aplicação de um capeamento feito com argamassa impermeável sobre os baldrames.
Este capeamento apresentará, depois de executado, a forma de um “U” invertido, onde a superfície horizontal tem a mesma largura do baldrame e duas abas verticais, laterais com altura mínima de 15 cm.
Como argamassa impermeável compreende-se um revestimento feito à base de areia, cimento Portland e aditivo impermeabilizante na proporção recomendada pelo fabricante. A sua impermeabilidade deverá resultar da confecção de um traço conveniente, do emprego de uma areia de granulometria 0 a 3 mm, isenta de substâncias orgânicas e materiais argilosos de linha granulométrica boa/ótima é do emprego de um aditivo de qualidade comprovada, produzindo por fabricante idôneo.
Após aplicação, a superfície deve apresentar acabamento liso desempenado.
Após o término da impermeabilização deve-se passar sobre o respaldo duas demãos de tinta betuminosa.
Deve ser tomada a máxima precaução para que não seja danificada a camada impermeabilizante (sol forte, passagem de operários, carrinhos, etc.), a fim de evitar pontos de infiltração de água.
Quando os alicerces forem executados em alvenaria, as duas últimas fiadas de tijolos devem ser assentadas com argamassa impermeável.
Impermeabilização de Paredes, Arrimos e Cortinas
Nas construções em subsolo executadas em alvenaria ou concreto, as paredes externas deverão ser revestidas interna e externamente com duas camadas de argamassa impermeável traço 1:3.
Este revestimento será executado do lado externo até 60 cm acima do nível do terreno ou do piso externo; no subsolo os primeiros 30 cm sobre as fundações deverão ser impermeabilizados com argamassa impermeável. Nas paredes internas, o revestimento impermeável e a argamassa de assentamento deverão ser executados no mínimo 15 cm acima do piso interno acabado. As partes do revestimento impermeável em contato com o solo deverão receber uma proteção através da aplicação de duas demãos de tinta asfáltica com o consumo mínimo de 0,51 m2. O reaterro deverá ser criterioso para não danificar o revestimento impermeável.
Como argamassa impermeável compreender-se-á um revestimento com argamassa de areia, cimento Portland e aditivo impermeabilizante. A sua impermeabilidade deverá resultar da confecção de um traço conveniente do emprego de uma areia de granulometria de 0 mm a 3 mm, isenta de substâncias orgânicas e materiais argilosos, de linha granulométrica boa/ótima e da adição de um aditivo impermeabilizante. Recomenda-se o uso de areia lavada.
A localização do revestimento com argamassa impermeável deverá preferivelmente ser do lado da pressão d’água sendo apenas em casos de exceção aplicado contra esta última.
A continuidade do revestimento deverá ser resguardada em todas as partes da estrutura.
A superfície a ser revestida deverá estar limpa, isenta de corpos estranhos como restos de formas, pontas da ferragem sem falhas e ninhos ou restos de óleo de desforma. A superfície deverá estar suficientemente seca sem apresentar filme de água aparente.
Caso seja verificada a presença de filme de água, deverá ser prevista sua eliminação. A estrutura não poderá ser objeto de trincas uma vez solicitada. Juntas deverão ser previstas com espaçamento correto e executadas apresentando superfícies planas e paralelas. Passagem de elementos através de da impermeabilização deverão ser evitadas e quando existentes deverão ser cuidadosamente detalhadas.
Cantos e arestas deverão ser arredondadas com raio mínimo de 8 cm.
A aderência entre a superfície e a argamassa impermeável deverá ser obtida por intermédio de um chapisco aberto de traço nunca inferior ao da argamassa impermeável e sem aditivos impermeabilizantes. A argamassa impermeável será executada no traço de 1:3 para pressões até de 20 m de coluna de água e de 1:2 para pressões superiores a esta. A espessura mínima de argamassa impermeável será de 3 cm, sendo a aplicação feita em camadas sucessivas de 1 cm de espessura evitando-se a superposição das juntas de execução. O acabamento da argamassa impermeável deverá ser executado com desempenadeira de madeira. A cura úmida será resguardada por no mínimo 3 dias.
Após a cura, a face que ficará em contato com a terra deverá receber pintura betuminosa aplicada em duas demãos.
A impermeabilização dos alicerces será executada mediante a aplicação de um capeamento feito com argamassa impermeável sobre os baldrames.
Este capeamento apresentará, depois de executado, a forma de um “U” invertido, onde a superfície horizontal tem a mesma largura do baldrame e duas abas verticais, laterais com altura mínima de 15 cm.
Como argamassa impermeável compreende-se um revestimento feito à base de areia, cimento Portland e aditivo impermeabilizante na proporção recomendada pelo fabricante. A sua impermeabilidade deverá resultar da confecção de um traço conveniente, do emprego de uma areia de granulometria 0 a 3 mm, isenta de substâncias orgânicas e materiais argilosos de linha granulométrica boa/ótima é do emprego de um aditivo de qualidade comprovada, produzindo por fabricante idôneo.
Após aplicação, a superfície deve apresentar acabamento liso desempenado.
Após o término da impermeabilização deve-se passar sobre o respaldo duas demãos de tinta betuminosa.
Deve ser tomada a máxima precaução para que não seja danificada a camada impermeabilizante (sol forte, passagem de operários, carrinhos, etc.), a fim de evitar pontos de infiltração de água.
Quando os alicerces forem executados em alvenaria, as duas últimas fiadas de tijolos devem ser assentadas com argamassa impermeável.
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