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Construção, Reforma e Decoração

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Revestimento de Pisos: Normas Gerais De Execução 3

Piso Condutivo

Para obtenção do piso em Durbeton condutivo, será adotado o seguinte procedimento:

1.     Argamassa de nivelamento terá o traço 11:4:3%,  isto é, parte de  cimento Portland , 4 partes de  areia  limpa e  3% do peso em cimento  de  carbono acetilênico condutivo.  O  carbono  deverá ser misturado  ao  cimento e  à argamassa,  preparada  segundo  técnica  usual,  com todos os  seus componentes  muito  bem misturados.

2.     Uma vem  espalhada a argamassa  sobre  o  lastro  ou laje  de  concreto,  sem  camada uniforme,  será  aberta uma malha  ou  rede  de arame de cobre de  15 x 15 cm  de  fio  nº  18, embutida  na  argamassa,  de  modo a nivelar  a  parte  superior da camada.

3.     Esta rede  deverá ser  aterrada por  meio de ligação a tubulação de  ferro galvanizado  ou  por  meio de condutor próprio.

4.      O recobrimento será feito de  argamassa  Durbeton contendo 2%  do peso  de  cimento empregado  em carbono  acetilênico condutivo.  O acabamento  será  aquele indicado na Tabela  de Acabamento, sendo  a  técnica usual  de  pisos de  Durbeton.

5.      Os quadros  de  piso  serão  feitos  em juntas plásticas nas dimensões de  1,20 x 1,20.

6.     O piso  final  deverá dar uma  resistência  superior a  25.000  ohms  e  inferior  a 1.000.000 ohms  entre  eletrodos  afastados 90 cm. Os eletrodos  a usar  e demais detalhes  para provas  e  testes  constam  das recomendações para  segurança em  salas  de  operações na  “National  Fire Protection Association”.

Pisos de Madeira

1.     Tacos

Os pisos de tacos de  madeira devem obedecer às  características  exigíveis contidas nas  EB-9R e  EB-11R.

Devem ser de  madeira, secados em  estufa, dimensões de  7  x 21  x  2 cm , base  de  asfalto  e  pedrisco  com  2  pregos  Asa  de  Mosca,  assentados com argamassa de  cimento  e  areia  1:4,  enriquecida  com cimento  em  pó.

Após  a  colocação dos tacos sobre  a  argamassa, devem os mesmos ser comprimidos  e batidos, e  em seguida verificado  seu nivelamento  com  régua metálica.

É  proibida  a  passagem  sobre os  tacos nas 24 horas  seguintes à  sua colocação, mesmo colocando-se  tábuas.

Os  tacos devem ser raspados a  máquina,  calafetados,  devendo  receber duas demãos de cera.

Quando à  disposição para colocação e  qualidade da  madeira a ser empregada  devem ser objeto de especificações complementares.

2.     Tacos Industriais

Após  preparar a  base e  revisar os  tacos, deve-se proceder à sua colocação após  serem secados em estufa, com a fibra em posição vertical  (tamanho prático  5 x  15 x 7  cm - alto).

Na base seca e isenta de poeira,  deve ser  espalhada a  cola  asfáltica, aplicável a  frio  por  meio de  uma  espátula dentada, formando uma película fina.     Cerca d e 30  dias após , aplica-se  uma leve camada de  cola  na  face  inferior do próprio taco,  colocando-o com leve pressão.

As juntas devem ser no máximo de 2 mm.

Se for  especificado, deve-se  proceder  à  raspagem do piso  e à calafetação com pó  de madeira.

3.     Parquet - Residencial

São placas pré- fabricadas,  escolhidas de uma  ou várias  madeiras  preciosas  tamanho  mais ou menos 30 x 30 x 1  cm (espessura).

A  colocação pode ser feita com cola  sintética  sobre  a base  cimentada, ou pregado invisivelmente num piso falso de  madeira, anteriormente fixado sobre a  base  e pregado em  tacos e  sarrafos  embutidos.

Para o piso falso, deve-se usar, opcionalmente, madeira  compensada ou  aglomerada, de 10 a 15 mm de  espessura ou tábuas macho e  fêmeas de 21  x 100 mm.

O acabamento  normalmente consiste  apenas  de uma passada de lixa fina,  pois as placas já vem semi-acabadas,  podendo posteriormente ser encerradas, polidas ou seladas com verniz sintético duro.

4.     Assoalhos  de Tábuas de Peroba ou Ipê sobre Vigamentos de Peroba

Tábuas  de  10,0 x 20,0 x 30,0 x 2,5 cm, macho e fêmea,  com tabeira  de  3  tábuas (ou conforme projeto arquitetônico). As tábuas devem ser pregadas em  caibros trapeizoidais  de  5 x 6  cm espaçados  de 0,50 m eixo a  eixo,  embutidas no concreto de 200 Kg cimento/m3  (executado com  pedra nº 1), apresentando  uma  concavidade  com  2  cm de flecha entre os caibros acima descritos, devendo conter impermeabilizante na proporção recomendada  pelo fabricante.

Os  caibros e a  superfície  inferior das  tábuas  devem  ser  impermeabilizados.

Pisos de Materiais Sintéticos

1.     Placas de  Borracha

Quando o piso  de concreto  não estiver  bem nivelado e desempenado , deve-se preparar um contra-piso  cimentado com argamassa de 300 Kg/cimento/m3 de areia e com espessura variável entre  0  a 15 mm, desempenado sem queimar.

Sobre  essa base  jé preparada, limpa e bem umedecida, deve  ser  colocada uma  argamassa de  cimento traço 1:3  (espalhada  também na placa de borracha)  e  aplicadas as  placas como se fosse um piso de  lajotas.

Serão obedecidas as indicações do projeto  quanto às  dimensões, modelo e  disposição das placas. Estas everão ser  de boa  procedência, preferivelmente da Plurigoma, Flescopiso ou Pisofort. Não  há  necessidade  de rejuntamento.

Trata-se de  um revestimento, de  preferência de  cor preta, aplicado sobre  piso  rugoso,  sendo indicado para locais  de  grande tráfego, interior e exterior e para solicitações  diversas.

2.     Placas  Vinílicas ou Asfálticas

Devem ser usadas para  acabamentos interiores, lisos, sem solicitação  acima de  50º C e  sem  abrasão forte. Certos tipos  podem  ser aplicados em paredes e forros. Serão obedecidas as indicações do projeto quanto  às dimensões,  modelo, cor  e  disposição  das placas. Estas  deverão ser  de boa  procedência, preferencialmente Paviflex ou Vulcapiso.

Sua aplicação é possível  sobre superfícies niveladas, desempenadas sem queimar, ou sobre pisos de ladrilhos e pastilhas se juntas abertas e desniveladas, com  preparação especial. A  cola deve  corresponder  às  indicações  do fabricante. O uso do piso  é permitido quase imediatamente após sua colocação.

Os rodapés  para as placas  vinílicas  geralmente são executados com o  mesmo material sintético e  fixados  sobre  o  reboco com cola sintética.

O uso  e aplicação das  placas asfálticas é similar.

3.     Linóleum

É  indicado para acabamentos interiores, lisos e de  regular  resistência à abrasão;  solicitação ao calor limitadas até os  50º C.

Sua  aplicação precisa de pessoal habilitado,  para  que  resulte sem  bolhas .

Na falta  de  colocadores habilitados, é aconselhável  pedir  o material em planas de 50 x 50  cm..

A cola  deve  ser do tipo recomendado pelo fabricante do linóleum.

A base para sua colocação deve constituir  pelo menos de cimentado desempenado sem  queimar. Deve-se evitar a  colocação sobre  assoalhos de tábuas não coladas ao sub-piso,  ou com juntas maiores  que 1 mm.

Veja continuação no próximo post

Revestimento de Pisos: Normas Gerais De Execução 2

Pisos de concreto

1.     Pisos Cimentados

As bases de concreto assentadas a receber cimentados devem ser revestidas com uma camada de cimento e  areia traço 1:3, tendo no mínimo 0,01 m de espessura.

As superfícies devem ser divididas em painéis com juntas de dilatação que atinjam a superfície  da base.

O espaçamento mínimo permitido entre juntas é de 1,20 m.

a disposição das placas deve obedecer aos  desenhos de detalhes ou  especificações completamentares.

A camada de  revestimento deve ser lançada sobre  a  base ainda fresca, de modo a processar-se a cura simultaneamente com o contrapiso.

A superfície deve ter caimento idêntico a  base, de modo a  permitir o perfeito escoamento das águas superficiais.

As sarjetas devem ser  executadas de acordo com os desenhos de detalhes que  acompanham  o projeto.

O acabamento pode ser desempenado (rústico) ou liso (queimado com  desempenadeira  metálica). Quando à cor deve obedecer  à  especificações e detalhes  do projeto.

2.     Piso com Lajotas Pré-moldadas de Concreto

As lajotas de concreto  pré-moldadas devem ser constituídas de placas  de concreto simples com espessura mínima de 0,04 m.

A dosagem da argamassa deve ser arbitrária com o teor mínimo  de 180 Kg de cimento por m3.

A disposição e  dimensões das lajotas devem  ser especificadas para cada caso, não devendo, todavia, a área da placa ultrapassar 11,00 m2.

As juntas entre as lajotas , especificadas para  cada caso, não devem ter espessura inferior a  0,05 m e devem  ser tomadas com  asfalto, pedrisco ou terra para plantio de grama.

3.     Pisos de Lajotas de Concreto  Fundidas no Local

A argamassa  deve ser  empregada logo após a mistura, convenientemente adensada e alisada  com  desempenadeira, até apresentar superfície uniforme, não devendo,  entretanto,  refluir excesso de água e areia fina.

Pisos de Alta Resistência

1.     Concreto com Agregado Extraduro

1.1     Pisos Novos com Agregados Espalhados

Para melhorar a resistência a golpes e à abrasão da superfície, deve-se espalhar sobre o concreto sarrafeado, no início da pega, um agregado de dureza superior, à razão de 4  a 22 Kg/m2 de  Duberton ou Korrodur, conforme  indicação  do projeto.

Após a afixação do agregado , apertando-o com desempenadeira de madeira deve  ser o mesmo novamente desempenado a  máquina  e alisadas as eventuais irregularidades.

Se necessário, pode-se ligar o piso curado com máquina.

2. Argamassa com Agregados Extraduros

Tratando-se  de pisos novos, deve-se deixar  o concreto  sarrafeado e áspero. No caso de pisos cimentados ou revestidos, velhos, deve ser retirado o revestimento  velho e sua  argamassa, e lixada a superfície do concreto velho com máquina, fazendo-se uma limpeza a fundo.

Se necessário, deve ser executada a reparação do sub-piso e aplicada uma capa de aderência e uma de nivelação.

Em ambos os casos  deve-se aplicar, após sua preparação, uma argamassa de cimento e agregados extraduros, preparados por uma empresa especializada.

A espessura varia segundo a solicitação requerida:

Solicitação    Espessura
Trânsito   - A  - Rolando                 - Leve    8 mm
Industrial - B  - Deslizando             - Médio    10 mm
- C - Golpes e choques  - Pesado    15 mm

Deve-se observar, rigorosamente, às especificações do fabricante referentes  à aplicação,  cura e juntas de dilatação. Com o agregado extraduro aparece na superfície, o acabamento resulta granuloso e com boa adesão. Qualquer alisamento deve  ser efetuado após o período  de peg, com desempenadeira de aço. O lixamento resulta difícil  devido à dureza da superfície.

3.     Capeamento de Pisos  com Argamassas Extradura e  Anticorrosiva

Nos casos em q eu houver solicitação química (ácidos, álcalis, óleos, etc). convém definnir o agente químico.

Deve-se preparar uma argamassa de agregados extraduros misturados com epoxi ou poliuretano, seguindo as  especificações  de um  fabricante especializado.

A  aplicação deve  ser similar à mencionada no item E.25.25.15 -  2.

4.     Pisos de Alta Resistência com  Massa Granítica

Devem ser executados com massa granítica composta de agregados com alta resistência mecânica à  compressão a à abrasão.

Após rigorosa limpeza e aplicação da pasta de cimento e areia 1:2 com escova ou vassoura,  executa-se a camada de contrapiso, não endurecido, devendo ser estendida a capa do piso, compactada e desempenada com desempenadeira de aço.

A camada de regularização deve ser no mínimo, igual  ao  dobro da camada de capeamento, tendo ambas espessura total de 3 cm.

As juntas devem formar quadros de área não superior a 1 m2.  O polimento a máquina deve ser executado 5 dias após  a  execução da capa.

Quanto à resistência, pode ser  livre, média ou pesada, dependendo da solicitação.

As juntas de dilatação podem ser  de latão ou plástico de 3/4” x 1/8”.

Veja continuação no próximo post

Revestimento de Pisos: Normas Gerais De Execução 1

Os serviços devem ser executados  de acordo com as  indicações contidas no projeto,  quanto a detalhes, disposição, dimensões e cores do material de acabamento.

Os operários para estes serviços devem  ser profissionais habilitados e capazes, para execução de cada um dos diversos trabalhos especificados.

Os pisos sobre  aterro interno devem levar previamente uma camada (lastro) regularizado e  impermeabilizante. Este lastro deve ser lançado somente depois de  colocadas as canalizações que devem passar sob o piso e perfeitamente nivelado o aterro já compactado mecanicamente, até se obter a resistência necessária para  a  sobrecarga prevista.

Todos os pisos laváveis (ladrilhos, granilite,  cimentado, etc.), devem ter declividade de 1% no mínimo, em direção ao ralo ou porta externa, para o perfeito escoamento de água. Os rodapés devem ser em nível.

A colocação dos elementos do piso ladrilhos, pastilhas, pedras, etc.), deve ser feita de modo  a deixar as superfícies  planas, evitando-se ressaltos de um em relação ao  outro. Deve ser substituído qualquer elemento que, por percussão soar chocho demonstrando assim deslocamentos ou vazios.

Deve ser proibida a passagem sobre os pisos recém colocados, durante 48 horas no mínimo.

Os pisos só  devem ser executados após concluídos os revestimentos das paredes, tetos e vedadas as aberturas externas.

É obrigatória  a execução do passeio perimetral contornando prédios e galpões, com largura  mínima de 0,90  m e sarjeta  de concreto de 0,40 m, para o perfeito escoamento das águas pluviais.

A argamassa de assentamento para ladrilhos, cerâmicas e  tacos não deve nunca ter espessura superior a 2,5 cm. Quando o desnível entre pisos exigir maior espessura da argamassa, esta diferença deve ser reduzida à  condição permissível, com aplicação de  uma camada de assentamento somente após 7 dias no mínimo, com prévia limpeza.

Não é permitido que o tempo decorrido entre a  argamassa de assentamento estendida  e o piso aplicado seja tão longo que prejudique as condições de fixação das peças, quer por endurecimento, quer pela perda de água de superfície (principalmente para cerâmicas).

As juntas, salvo quando especificadas em contrário, devem ser  formadas pelas próprias ripas das formas, as  quais podem ficar incorporadas à pavimentação.

As lajotas não devem  ter  formato superior a 1,50 x 1,50 m, nem espessura inferior a 0,045 m.

1. Calçadas

Devem ser constituídas por um lastro de concreto de 200 Kg de cimento/m3 ou  com 6 cm de espessura, dividido em cada 2 m  por ripas  de peroba de 7,0 x 1,2 cm impermeabilizadas, formando juntas de dilatação. Largura mínima de 0,90 m arrematadas por sarjeta de concreto de 0,40m.

O terreno deve ser apiloado previamente em concordância do mesmo com a sarjeta, a  fim de evitar o solapamento.

O capeamento com argamassa deve ser de cimento e areia 1:3, na espessura  de 2 cm, alisado a colher ou desempenado.

Nota: Quando houver necessidade de mais resistência à abrasão, a soluções  ácidas ou alcalinas, para  os pisos de cimentado, poderá ser aplicado o endurecedor superficial Purigo, fabricado pela Sika.

Purigo - produto à base  de silicato  de sódio,  com forma  de cristais azulados, que, dissolvidos  em água, a 80º C, produz uma solução incolor. Esta solução, aplicada sobre o piso, dá uma  reação de fluorsilicatização superficialmente, que basicamente é a transformação das partículas de cal existentes no cimento, em cristais insolúveis  de alta resistência.

A aplicação deste produto se fará, após decorridos 7 (sete) dias da execução do piso, em duas (duas) ou 3  (três) demãos, face à solicitação de trabalho do mesmo.  Atender-se às instruções do  fabricante, sendo que o piso deverá estar limpo e seco.
Em  se tratando de cimentados executados há mais de 3 (três) meses,  certos cuidados são necessários para que o resultado final seja satisfatório:

a)     Eliminação de toda a poeira, e, se necessário, lavagem;

b)     Remoção de manchas de óleo, graxa ou qualquer substância gordurosa. Para tanto aplica-se uma lavagem com solução de ácido clorídrico e água proporção 1:10 e posterior enxaguagem com água em abundância. Caso se julgue indispensável, esta solução ácida poderá ser neutralizada com a aplicação de outra  solução de amônia  e água - proporção 1:5.

c)     Aplicar energicamente uma solução de leite de cal, a qual é obtida através da extensão  de cal virgem, conforme especificado no  capítulo de Materiais, destas especificações.

d)     Aguardar alguns dias, até sua secagem total, após o que será aplicada a solução de Purigo.

Ladrilhos Hidráulicos, Cerâmica Comum, Vitrificada, Antiácida, Pastilhas:

1.     Ladrilhos Hidráulicos

O assentamento deve ser feito no total da dimensão do ladrilho sobre a argamassa, traço 1:4 de cimento e areia média, com 100 Kg  de cal hidratada por m3 de  argamassa.

O contra piso de concreto deve ser limpo e umedecido antes de expandir a argamassa com 3 cm de espessura no máximo.

Os ladrilhos, previamente molhados, devem ser comprimidos com o cabo da colher e mantidos constantemente limpos.

As juntas entre os ladrilhos devem ser entre 1,3 e 11,7 mm e rejuntadas com cimento branco (ou comum), após o início da  pega da argamassa.

2. Ladrilhos  cerâmicos comuns ou Vitrificados

Quanto ao assentamento e traço da argamassa , devem obedecer às especifica’~oes di item E. 25.25.05 - 1, sendo a argamassa enriquecida com pó de cimento.

Quanto às cores, dimensões e desenhos, desenhos, devem ser observadas as especificações do projeto arquitetônico.

3.     Cacos de Cerâmica

Devem ser assentados com argamassa de cimento e areia 1:5, nivelada com régua e enriquecida com pó de cimento.

Na execução do piso em pequenas  áreas (4 a 5 m2), este deve ser batido com um pedaço de tábua plana (sem empenamento e  abaulamento) e martelo; o rejuntamento é feito com nata de cimento, após intervalo de 24 horas e logo a seguir deve ser feita a limpeza com saco de aniagem.

4.     Cerâmica Industrial

Devem possuir espessura de 30 mm e face de  assentamento com canaletas.

As juntas devem ser de 5 a 7 mm em ambos os sentidos, enchidas com argamassa plástica no traço 1:2 de cimento e  areia fina, forçada nas juntas com o auxílio  de colher  de pedreiro.

As juntas de dilatação da estrutura devem ser mantidas limpas e repartir-se no  revestimento. É  coveniente, nas áreas grandes, prever juntas de dilatação adicionais no revestimento, sobretudo ao longo das paredes, ao redor das bases de máquinas e colunas, ou nos lugares onde  ocorre variação da largura no revestimento ou  grande variação de temperatura. O enchimento dessas  juntas  deve ser feito com  materiais permanentemente eláticos que não provoquem compressão no revestimento.

5.     Ladrilhos cerâmicos anticorrosivos

Para a  colocação, deve-se observar todas as especificações dos  itens  E.25.25.05 - 2, E.25.25.05 - 3  e E.25.25.05 - 4.

Deve-se porém tomar cuidado especial quanto à solução a ser empregada pois dependendo da agressividade do  agente químico, deve ser escolhido o material apropriado para os ladrilhos e a argamassa.

O  material a ser escolhido varia  também  de acordo com a solicitação mecânica do piso (p.e. áspero para produção, ou liso para laboratório).

5.1     Piso De Cerâmica Antiácida - Solicitação Leve

Cerâmica antiácida colocada com juntas  de 5 a 7  mm, assentada em cheio sobre a argamassa de cimento, traço 1:4,  rejuntamento com massa anttiácida (p.e. Asplit tipo CN ou Araldit).

Piso De Cerâmica Antiácida - Solicitação Extrema

Cerâmica antiácida colocada com juntas de 5 a 7 mm, assentada  em toda a sua dimensão e rejuntada com argamassa antiácida  (p.e.  Asplit tipo CN ou Araldit  e impermeável (São Caetano ou Gressit).

6.     Pastilhas de Cerâmica, Vitrificadas, Vidro ou Porcelana

Estes tipos de revestimentos devem ser executados dentro das especificações dos itens E.25.25.05 - 1 e E.25.25.05 - 2 com igual argamassa, precauções na limpeza do contra—piso e previsão  de juntas.

Tratando-se de material especial, recomenda-se consultar as especificações do fabricante para a devida aplicação.

Durante a fixação das placas ou panos  de pastilhas com  eventuais filetes e peças decorativas, deve-se proceder de acordo com os desenhos e detalhes  arquitetônicos.

Durante o período da pega da argamassa,  devem ser retirados os papéis  executado o rejuntamento  e a lavagem do piso, para corrigir na hora eventuais imperfeições de alinhamento nos encontros dos panos.

Não são toleradas reentrâncias ou abaulamentos superiores a 2  mm, apreciáveis com régua  de 1  m.

Veja continuação no próximo post

Postado em: Acabamentos, Pisos, Porcelanatos, Revestimentos em 27/07/2008

Esquadrias De Madeira: Normas Gerais De Execução 2

Serviços de Marcenaria

Armários

A execução dos armários, em princípio,deve acompanhar ao especificado e para as esquadrias de madeira que lhes for aplicável, bem como os  desenhos de detalhes respectivos.

Balcões e Guichês

Os  balcões e guichês obedecerão ao especificado para as esquadrias de madeira  naquilo que lhes  for aplicável, bem como aos desenhos de detalhes respectivos.

Portões e Portinholas

Seguirão no que lhes  for aplicável ao especificado para as esquadrias de madeira e obedecerá  aos detalhes respectivos.

Escadas de Madeira

As diversas peças serão bem aparelhadas e  lixadas, de maneira a  apresentar superfícies perfeitamente lisas. Os dormentes e degraus terão as dimensões  determinadas pelo cálculo.

Os degraus se apoiarão nos quatro lados, isto é, nos dormentes  e nos  espelhos.

Nas escadas de um único lance, os  dormentes serão de preferência inteiriços. Caso haja patamar intermediário, sem mudança  de direção, os dormentes serão emendados e aparafusados com ferragem especial encaixada pelo tardoz.

Se o patamar for de reversão, a emenda dos dormentes poderá ser feita com auxílio de coluna intermediária,  na qual os dormentes serão  encaixados, ou,  de preferência, com trechos curvos  de dormentes convenientemente encaixados e aparafusados nos  trechos  retos.

Os degraus poderão ser embutidos  em ranhaduras dos  dormentes  ou aparafusados na parte superior caso em que os dormentes serão convenientemente cortadas a feição dos degraus.

As placas dos pisos terão espessura de 3,5 a  4 cm, e os espelhos terão espessura de 2  a 3 cm.

No caso dos degraus serem embutidos em ranhuras nos dormentes, a escada  será  armada em conjunto e os dormentes serão  mantidos em  sus posição com o auxílio de  barras  de  ferro. Os furos  feitos  nos  dormentes poderão ser aproveitados como elementos decorativos cobertos com rosetas de madeira  ou metal.

A altura do corrimão será de 0,90  m  a 1,0 m acima do piso do degrau.

Os balaustres, sempre que possível , serão embutidos nos dormentes e terão o  asfaltamento necessário para que  a proteção seja real.

Se os pisos  dos degraus forem sobrepostos aos dormentes, os balaustres deverão  combinar  com os ressaltos dos  degraus.

Se  o dormente  for curvo será preferível usar gradil de ferro com  fixação lateral no dormente. O corrimão deverá possuir forma que permita segurá-lo  com facilidade.

A balaustrada será iniciada com uma coluna de  maior resistência apoiada no segundo  ou terceiro degrau.

A  escada, para melhorar o efeito decorativo, poderá ser  alargada no seu início.

Balaustres e Gradis

Terão suas dimensões determinadas pelo cálculo, de modo a satisfazer aos esforços previstos  na NB-5 e também pelo  aspecto estético, tendo em vista o  estilo do edifício.

Serão fixados ao quadro do vão com  caixilho de  ferro.

Ferragens

Devem obedecer às indicações e especificações do projeto no que  se refere à localização, qualidade, e acabamento das mesmas.

As ferragens  para esquadrias devem ser  precisas no seu funcionamento,  devendo seu acabamento ser perfeito,  de  acordo com  as especificações do projeto.

Na sua colocação e fixação devem ser tomados cuidados especiais para que os rebordos e encaixes na esquadria tenham a forma exata; não são permitidos  esforços que ferragens para seu ajuste. Não são toleradas folgas que exijam correção com massa,  taliscas de  madeira ou outros artifícios.

As ferragens devem receber pintura, excluindo as dobradiças  de ferro polido.

As  fechaduras devem ter cubo, lingueta, trinco, chapa-testa, contra-chapa e  chaves de latão, com acabamento cromado polido ou fosco para as chaves e  as  partes aparentes das fechaduras.

As maçanetas devem ser de latão fundido com seção plana; os espelhos e  rosetas devem ser de latão  fundido  ou laminado. O acabamento deve ser cromado, polido ou fosco,  salvo  indicação do projeto.

Para maçanetas de  bola ou de forma  semelhante o afastamento das faces do batente deve permitir perfeito manuseio das mesmas, sendo este detalhe solucionada pela distância do cubo à chapa-testa.

As dobradiças devem ser de latão e  só serão de ferro polido  quando indicado  no projeto; em ambos os casos devem ter pino e bola  de latão.

Quando de latão, as dobradiças devem ter acabamento cromado, polido ou  fosco, salvo indicação contrária  no projeto; as  dobradiças de  ferro polido devem receber pintura. Não é permitido o uso de dobradiças de ferro em cidades do litoral.

Os parafusos de fixação devem ter dimensões que permitam perfeito acoplamento com os furos da dobradiça, devendo ser de materiais e acabamentos apropriados idênticos aos das dobradiças.

Nas portas com duas folhas de abrir, devem ser  colocados, numa das folhas, dois fechos de embutir tipo  alavanca, de latão laminado, polido ou fosco, com 200 mm  de  altura e  peso mínimo de 135 Kg.

As  ferragens deve ser de  marca La  Fonte ou  rigorosamente equivalente, a  critério do Proprietário.

Para o assentamento  devem ser empregados parafusos de qualidade, acabamento e dimensões correspondentes aos das  peças que  fixarem, devendo as mesmas satisfazerem ao ante-projeto da norma  P-NB-45 R, publicado no  boletim nº  17 da  ABNT, Agosto de 1953.

As ferragens aqui especificadas referem-se a esquadrias  de madeira de uso corrente, no tocante  às  dimensões do vão, espessuras, pesos, tipos  e funcionamento das partes móveis. Quando o projeto envolver tipos especiais  ou incomuns de esquadrias  de madeira, as ferragens adequadas para cada  caso  serão claramente especificadas , à parte, no projeto.

Critérios de Medição

1.     Esquadrias de Madeira

1.1     Portas Externas e  Internas de  Duas ou Uma Folha

Guichês Copa-Cozinha;
Janelas de madeira tipo  guilhotina e venezianas.

Critério: Medição pela simples contagem das unidades, classificadas segundo  suas características  e  vãos - u.
Obs.:    Estão incluídos de modo geral, nas unidades contadas, os batentes,  guarnições,  sócolos, folhas (com  eventuais aberturas ou venezianas), excluindo-se pintura, ferragens  ou eventuais  vidros.

1.2     Portas de cedro para Armário  Embutido

Portinholas para armário sob pia;
Caixilhos fixos de  cedro sob pia.

Critério: Medição pela  área real calculada, a partir do vão de luz  - m2.

1.3     Revestimento Interno de  Armário Embutido

Com chapas de compensado de 0,5 cm -  medição pela área  obtida através  de desenvolvimento de todas  as faces internas  revestidas  - m2.

1.4     Divisões Internas

Paredes divisórias  desmontáveis.

Critério: Medição por  m2 de divisória, não se deduzindo os vãos envidraçados com altura até 1/10 da altura total da divisória.

Portas e ferragens considera-se incluídas na medição; vidros serão medidos à parte - m2.

Obs.:      Pinturas ou enceramentos eventualmente necessários, e que sejam de obrigação da  Empreiteira, devem ser medidos à parte.

1.5     Persianas  de Enrolar

Persiana: Medição pela  área calculada, a partir  do vão de luz, com sua altura acrescida  de 0,30  m - m2.

Caixa Recolhedora: Medição pela largura da  persiana, acrescida de  0,15 m de cada lado -  m.

1.6     Rodapés e Cordões

Critério: Medição por metro linear – m.

1.7     Ferragens

Simples  contagem dos conjuntos, verificando-se seus componentes junto aso detalhes do projeto ou  face às especificações de serviços correspondentes, constantes deste  manual..

As  ferragens  acessórias devem ser contadas  por  unidade (u) e classificadas segundo suas características. - conj. U

Esquadrias De Madeira: Normas Gerais De Execução 1

As esquadrias de  madeira devem obedecer rigorosamente, quanto à sua localização e execução, às indicações do projeto arquitetônico e respectivos desenhos de detalhes construtivos.

Na  execução dos serviços de carpintaria e marcenaria devem sempre ser empregadas madeiras de boa  qualidade, tais como cedro, peroba, ipê, canela,  imbuia e outras com a mesma características de  resistência.

Toda madeira a ser empregada deve ser seca  e isenta de  defeitos que comprometam sua finalidade, ou seja, rachaduras, nós, escoriações, falhas, empenamentos, etc.

Os  parafusos a serem empregados nos batentes devem  ter as cabeças embutidas,  dando-se o devido  acabamento com o enchimento sobre as  cabeças,  através de um fragmento da mesma madeira, colado e lixado, e que permita continuidade da superfície.

Nas portas internas do  WC,  as pernas dos batentes não devem alcançar o piso, ficando à altura do rodapé impermeável, para evitar o contato com as  águas de lavagem. As  folhas  devem ficar, no mínimo,  15 cm acima do piso.

Não é permitido o uso de madeira compensada em portas  externas, salvo se forem de fabricação especial resistente a intempéries. Não deve ser empregado o pinho nas esquadrias de madeira.

Colocação das Esquadrias

As esquadrias deverão ser colocadas por profissionais  especializados e habilitados, com utilização de ferramentas adequadas a fim de ser  assegurado um serviço de  acordo com a boa  técnica.

As folgas entre  as partes fixas e móveis serão ajustadas de forma a permitir um funcionamento fácil e normal.

As cavidades para  colocação das ferragens serão  abertas nos locais adequados e nos tamanhos ajustados.

As guarnições deverão ser colocadas em esquadro, devendo os batentes serem fixados aos tacos.

As folhas móveis deverão funcionar perfeitamente, sem  folgas demasiadas.

Batentes e Guarnições

Devem ser de peroba aparelhada (ou outra madeira  de iguais características de resistência), com espessura de 4,5 cm, rebaixo de  1 cm, largura igual à espessura  da folha, acrescida  de 2 mm.

Nas portas internas, a largura dos batentes  deve ser sempre  igual à espessura da  parede acabada.

Deve ser sempre fixados em tacos  de peroba por parafusos  de fenda, sendo os tacos em número de 3 (três) de cada lado, embutidos na alvenaria  e chumbados com argamassa de cimento e  areia 1:3.

Nas portas internas de instalações sanitárias, podem ser empregados batentes de  ferro chato ou alumínio (cantoneiras), fixados por parafusos  a  três  grampos de fero chato de  cada lado, chumbados à alvenaria.

Nas portas internas de instalações sanitárias podem ser usados contra-batentes  de peroba, espessura de  3  cm, grampos de ferro de cada  lado, chumbados à alvenaria.

Os batentes devem ser parafusados aos  contra-batentes.

Os batentes com acabamento para pintura devem ser protegidos com uma  demão  de óleo de linhaça e  só  não são colocados após a conclusão das alvenarias  que  os recebem.

Guarnições

Devem ser de cedro,  molduradas e aparelhadas, pregadas aos  batentes ao  longo da junta destes  com  as paredes.

Deve-se usar guarnições da mesma madeira empregada nas esquadrias  com acabamento  para cera  ou verniz ou pintura.

O arremate da guarnição com o piso, pode-se empregar o sócolo, com seção ligeiramente maior que a guarnição, e  cuja forma  ofereça homogeneidade  ao  conjunto. Nos pisos sujeitos  a  lavagens freqüentes, o emprego de sócolo  é indispensável, exceto  nos casos em que o batente esteja previsto acima do piso.

Folhas de Portas

As folhas de portas  devem  ser maciças (para locais  externos e de segurança)  e compensadas lisas (para interiores).

As maciças são folhas tipo calha, com sarrafos de imbuia, cedro (ou madeira de igual característica), aparelhadas macho  e fêmea, parafusadas a três  travessas horizontais de peroba a elas embutidas.

As folhas de portas externas devem  ter  a espessura mínima de 4,0 cm, salvo indicação expressa no projeto.

As f olhas compensadas devem ter  a  espessura  mínima  de 3,5 cm e ser sempre encabeçadas com madeira de acabamento e  folheadas nas  duas  faces com lâmina de madeira determinada.

Nas divisões internas não é permitido  o emprego de folhas compensadas com  estrutura semi-oca  do tipo  favo. As  folhas  com estrutura  de  sarrafos devem  apresentar  enchimento total.

Janelas

A execução das janelas de  madeira  será entregue à firma especializada, conhecida na praça e idônea.

Serão executadas d e  acordo com as indicações constantes do projeto arquitetônico e  detalhes  respectivos obedecendo ao especificado do item E.25.27.00 para esquadrias de madeira.

Portas  e Janelas

Na fabricação  das folhas  das  janelas, as travessas somente  poderão ser ligadas aos montantes através de respigas e cavilhas.

Na  janela de abrir para  dentro, a  travessa inferior será provida de pingadeira.

As folhas, quando subdivididas por meio de pinázeos, terão estes, na face externa, com os mesmos  rebaixos  das travessas e dos  montantes.

A  espessura  mínima das folhas  deverá ser de 3 cm e a  largura mínima dos  montantes  e travessas, de 7 cm.

Folhas de Venezianas

As venezianas serão feitas com o mesmo  tipo de material empregado para as  folhas..

Serão  formadas  por um quadro com montantes e travessas recebendo,  também, travessas intermediárias quando tiverem mais de 2 m de  altura.

Os montantes receberão  entalhes para  encaixe das réguas.

Disposições de Projeto

Deverão ser motivo de  especificação, no projeto:

a)     número de folhas, dependendo  da largura  do vão  da janela;

b)     sistema de  funcionamento, podendo ser de abrir, de  suspender (tipo  guilhotina), de correr, de  bascular ou pivotantes;

c)     disposição  das  travessas intermediárias e pinázeos.

Persianas

Serão feitas com réguas de freijó cedro ou equivalente, chanfradas, com  espessura adequada e  articuladas  por meio  de grampos  de arame de  latão, espaçados no máximo  de 50  cm.

O eixo será de  alumínio ou  peroba do campo, cilíndrico,  com 60 mm de diâmetro  no mínimo.

Os recolhedores para as fitas serão de ferro, dotados de  molas de aço,  com espelhos de  latão cromado.

As fitas  deverão ser  de  ferro perfilado ou preferencialmente  de  alumínio, em “ U”, com articulações e presilhas de retenção.

As caixas recolhedoras terão tampas parafusadas com parafusos de latão  e arruelas estampadas. Serão providas de bujões  do bronze com carretilhas para  reduzir  desgaste das fitas.

A colocação deverá ser feita de acordo com as  recomendações  do  fabricante.

Folhas de portas  devem  ser maciças (para locais  externos e de segurança)  e compensadas lisas (para interiores).

As maciças são folhas tipo calha, com sarrafos de imbuia, cedro (ou madeira de igual característica), aparelhadas macho  e fêmea, parafusadas a três  travessas horizontais de peroba a elas embutidas.

As folhas de portas externas devem  ter  a espessura mínima de 4,0 cm, salvo indicação expressa no projeto.

As f olhas compensadas devem ter  a  espessura  mínima  de 3,5 cm e ser sempre encabeçadas com madeira de acabamento e  folheadas nas  duas  faces com lâmina de madeira determinada.

Nas divisões internas não é permitido  o emprego de folhas compensadas com  estrutura semi-oca  do tipo  favo. As  folhas  com estrutura  de  sarrafos devem  apresentar  enchimento total.



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